Médico explica manobra criticada durante convulsão de jogador no Maracanã

Após críticas por parte da torcida, o médico do Sampaio Corrêa, Dr. Lucas Vargas, publicou um vídeo nas redes sociais em que explica uma manobra utilizada no atendimento a Alexandre, jogador que convulsionou durante a partida contra o Flamengo, no sábado (7), pelo Campeonato Carioca.

O volante desabou sozinho no gramado aos oito minutos de jogo, que precisou ser paralisado. Durante a assistência, Vargas chegou a colocar a mão na boca do atleta — gesto que gerou repercussão nas redes sociais.

O médico explicou que, no momento de tensão, pensou em verificar se Alexandre estava com chiclete na boca, já que sabia do hábito do jogador de mascar durante as partidas. O objetivo foi retirar o objeto da cavidade oral para evitar uma possível broncoaspiração, que poderia levar a uma parada cardiorrespiratória.

“Ali dentro de um clube nós vivemos o dia a dia. Estamos acostumados a lidar uns com os outros, conhecemos as manias e o jeito de cada atleta. O Alexandre tem o costume de mascar chiclete enquanto joga. Isso é uma coisa dele”, afirmou.

Vargas também atualizou o estado de saúde do jogador e afirmou que Alexandre está estável, em recuperação de uma amnésia temporária. “Ele se recuperou, lembrou do jogo, lembrou do aquecimento.”

Alexandre deixou o gramado do Maracanã de ambulância e foi encaminhado ao Hospital Quinta D’Or, em São Cristóvão, onde realizou “tomografia, eletrocardiograma, exames laboratoriais, eletroencefalograma e ressonância magnética do crânio”.

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