O homem que confessou ter jogado o filho de apenas 5 anos de uma ponte, em São Gabriel (RS), enviou uma mensagem de áudio logo depois do crime e definiu a situação como “uma loucurinha”. Tiago Ricardo Felber disse à ex: “Viu, guria, seje (sic) forte. Fiz uma loucurinha agora, tá? Guenta (sic) o coração agora para o resto da vida. Atirei o Théo lá embaixo da ponte agora”.
A carreira militar do tenente-coronel do Exército Mauro Cid ficará congelada enquanto durar a ação penal a que responde na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). Tornado réu após ser acusado por tentativa de golpe de Estado, o delator ficará “sub judice”. Nessa condição, Cid não pode ser promovido e o seu nome é retirado da lista de promoção por antiguidade ou merecimento. Ele ainda responder por crime militar devido aos fatos analisados.
Cid não pode ser transferido para outras localidades, realizar cursos, concorrer a missões no exterior e exercer cargo de comando. Normalmente, militares que viram réus podem cumprir expediente normalmente. Cid, contudo, está afastado do serviço por decisão judicial.