
O Ministério Público Eleitoral (MPE) protocolou, nesta segunda-feira (13), suas alegações finais na Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) que apura fraude à cota de gênero nas eleições proporcionais de 2024 em Petrolina. O alvo da ação é o Partido Progressista (PP), que, segundo a Promotoria, utilizou candidaturas femininas fictícias apenas para simular o cumprimento da legislação eleitoral, que exige o mínimo de 30% de mulheres na chapa proporcional de cada partido ou coligação. As informações são do Blog Nossa Voz.
De acordo com o MPE, duas candidatas — Claudiane Rodrigues Gomes e Josefa Cândida Tenório Lins — foram incluídas na lista do PP sem qualquer intenção real de concorrer ao cargo. Claudiane, por exemplo, não votou em si mesma e não declarou nenhum gasto de campanha. Já Josefa afirmou que sequer sabia que estava registrada como candidata, sendo incluída sem sua autorização e tendo estado fora do município durante o período eleitoral, por motivos de saúde.


















