
Um aluno de pós-graduação da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) criou um dispositivo que detecta sangue humano em cenas de crime por meio de vídeos gravados com um celular. A ferramenta, que consiste numa câmara escura feita de papelão, também estipula o tempo em que o material biológico permaneceu no local com pouco mais de três dias e meio de precisão.
“Com esse método que a gente desenvolveu, ele [o perito] pode pegar essa amostra, colocar na caixa, fazer essa análise […]. E aí se mostra mais rápido e menos custoso do que ter que levar isso para o laboratório, esperar fazer essa análise para ter a confirmação de se é realmente sangue e se é humano”, explica o mestrando em química Thomas Tributino, responsável pelo projeto.


















