Categoria: Brasil

Pernambuco libera 50% do público nos estádios e retira exigência de testes

 

O Governo de Pernambuco reduziu as medidas restritivas contra a pandemia da Covid-19 e ampliou a liberação de público nos estádios. Agora, está permitida a entrada de 50% da capacidade de público nos respectivos espaços. A regra passa a funcionar a partir desta quarta-feira.

Os torcedores e torcedoras precisam estar com a vacinação completa para participar dos eventos. São exigidas as duas doses para crianças entre 12 e 18 anos, enquanto nos casos acima dos 18 anos a dose de reforço também está nas exigências. A testagem deixa de ser obrigatória, mesmo para públicos acima das 300 ou 500 pessoas.

A medida passa a valer a partir desta quarta-feira, quando acontece a última rodada da primeira fase do Pernambucano. Serão duas partidas no Recife e três no interior do estado – em Salgueiro, Afogados da Ingazeira e Caruaru.

As partidas na capital acontecem no Arruda, com o clássico entre Santa Cruz e Náutico, e na Arena de Pernambuco – com Íbis e Sport.

No caso do Tricolor, ainda há dúvidas sobre a liberação de público no estádio – uma vez que o Arruda passa por nova vistoria dos bombeiros nesta terça-feira. Avalia-se os reparos realizados pelo clube na estrutura do estádio. Caso liberado, o clássico desta quarta-feira acontecerá sob as regras do novo decreto.

A Ilha do Retiro também passa por vistoria, mas só recebe novas partidas no fim de semana, quando enfrenta o Floresta pela Copa do Nordeste.

Por: GE

Em virtude da guerra, preço de pães e massas irão aumentar

 

 

A Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos industrializados (Abimapi), anunciou nesta última segunda-feira (14), por meio de nota, que os preços dos produtos devem aumentar.

O aumento deve ocorrer em virtude da suspensão de 30% das exportações mundiais de trigo, em decorrência da guerra entre Rússia e Ucrânia.

“A Rússia é o maior exportador de trigo do mundo e tem sido afetado economicamente pelo conflito com a Ucrânia – juntos, os dois países respondem, em média, por 30% das exportações mundiais de trigo […]o desabastecimento tem a ver com dificuldades logísticas – a guerra fechou portos, interrompeu o transporte – e com a queda da produção ucraniana da commodity”

Segundo a associação, o Brasil produz menos da metade do trigo que consome e precisará importar uma grande quantidade do grão de países do Mercosul, o que resultará em uma alta nos preços.

Não há uma previsão exata de quando será o aumento, no entanto, os fabricantes devem começar a sentir a disparada da cotação do trigo e isso será repassado ao consumidor.

De acordo com a associação: “O consumidor brasileiro deve começar a sentir os efeitos em breve, quando as indústrias comprarão as novas safras. As indústrias estão com estoques relativamente curto, pois estão no início da entressafra de trigo, lembrando que o produto acabado também não tem estoques e que varia muito de empresa para empresa. De todo modo, este repasse tende a ser gradual, pois não há espaço para elevar os preços de uma só vez para o consumidor final”

O conflito na Ucrânia e o impacto econômico no Brasil em debate na entrevista da 102

A economista, professora e coordenadora do Colegiado de Economia da Facape (Faculdade de Petrolina), Socorro Macedo, explica como a guerra entre Rússia e Ucrânia afeta o Brasil e a região do Vale de São Francisco, amanhã, na 102.9.

 

A região onde estes países estão localizados é uma grande produtora de milho, trigo e, principalmente, petróleo, uma guerra dentro dessa localidade reduz esse processo produtivo. Ou seja, a oferta de produtos se torna menor e a exportação se torna comprometida.

Segundo a pesquisadora, a redução da quantidade exportada nessa região, significa que a produção brasileira e de outras regiões serão mais atrativas para o comércio internacional, tornando os produtos ainda mais caros para o mercado interno.

 

Petrobras eleva preço da gasolina em 18% e do diesel, em 25%

A Petrobras anunciou nesta quinta-feira que vai elevar o preço da gasolina e do diesel, após 57 dias sem reajustes. Para a gasolina, a alta será de 18% e, para o diesel, de quase 25%. Os novos valores começam a ser praticados nesta sexta-feira (11).

“Após serem observados preços em patamares consistentemente elevados, tornou-se necessário que a Petrobras promova ajustes nos seus preços de venda às distribuidoras para que o mercado brasileiro continue sendo suprido, sem riscos de desabastecimento”, disse a empresa em nota.

Com isso, o preço médio de venda da gasolina da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 3,25 para R$ 3,86 por litro. “Considerando a mistura obrigatória de 27% de etanol anidro e 73% de gasolina A para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 2,37, em média, para R$ 2,81 a cada litro vendido na bomba. Uma variação de R$ 0,44 por litro”, diz.

Para o diesel, o preço médio vai de R$ 3,61 para R$ 4,51 por litro. “Considerando a mistura obrigatória de 10% de biodiesel e 90% de diesel A para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 3,25, em média, para R$ 4,06 a cada litro vendido na bomba. Uma variação de R$ 0,81 por litro”.

“A redução na oferta global de produto, ocasionada pela restrição de acesso a derivados da Rússia, regularmente exportados para países do ocidente, faz com que seja necessária uma condição de equilíbrio econômico para que os agentes importadores tomem ação imediata, e obtenham sucesso na importação de produtos de forma a complementar o suprimento de combustíveis para o Brasil”, disse a companhia por meio de nota.

Fonte: CNN