
Por Edmar Lyra
Documentos falsos e assinaturas forjadas para rejeitar projeto de lei do executivo apontam fraude no processo legislativo que podem culminar com a perda de mandato dos envolvidos.
A política local foi abalada por uma denúncia de extrema gravidade que coloca em xeque a lisura e a legalidade dos atos da Câmara Municipal, em razão da manipulação na tramitação de um projeto de lei do executivo por meio de um parecer forjado, em um ato que pode configurar crimes de falsidade ideológica, uso de documento falso, quebra de decoro e crime de responsabilidade.
O escândalo veio à tona durante a 9ª Sessão Ordinária, quando um parecer da Comissão de Justiça e Redação, datado de 1º de outubro de 2025, surgiu para rejeitar o Projeto de Lei nº 003/2025. O problema? A própria comissão já havia aprovado a matéria, como tantas outras, em uma reunião oficial e devidamente registrada no dia 13 de outubro, com a assinatura de todos os seus membros. Continue lendo



















