
Há um movimento no mercado de trabalho a nível internacional chamado de quiet ambition, em tradução livre “pouca ambição”. A expressão representa jovens, especialmente da geração Z, desinteressados em assumir cargos de liderança nas organizações. Mas o que aconteceu para o sonho de carreira de várias gerações passadas no mercado de trabalho tornar-se pouco atraente, atualmente, para quem está começando a jornada profissional?
Um levantamento feito pela plataforma CoderPad mostra que cerca de 36% dos profissionais do setor de tecnologia, por exemplo, não almejam subir posições na hierarquia da empresa. A análise de custo-benefício de assumir a chefia de uma equipe não tem saldo positivo para os mais jovens. A percepção é de que a carga horária maior de trabalho e os níveis de estresse, pressão e cobrança não compensam os retornos alcançados.




















