
O helicóptero que transportava o cantor Rick, da dupla Rick & Renner, foi encontrado no início da tarde desta terça-feira (22), na Serra de Santa Catarina. Não houve sobreviventes.
A aeronave havia desaparecido na segunda-feira (21), após decolar de Porto Belo, no Litoral Norte, com destino a São Joaquim, na Serra. As buscas foram realizadas durante a madrugada e intensificadas pela manhã, com equipes por terra e apoio de um drone térmico.
Por volta das 13h, os destroços foram localizados por equipes do Corpo de Bombeiros.
Além de Rick, estavam na aeronave o empresário Bruno Avelar, o videomaker Paulo Soares, o piloto Antônio Roberto Nóbrega de Araújo e o copiloto Leopoldo Barros Teixeira. Todos morreram na queda.
Quem eram as vítimas
Geraldo Antônio de Carvalho, conhecido como Rick, tinha 59 anos e nasceu no Tocantins. Ele começou a cantar ainda criança e formou dupla com Renner nos anos 1980, em Brasília. A parceria alcançou grande sucesso nacional a partir dos anos 1990, com músicas como “Ela é demais” e “Nos bares da cidade”.
Bruno Avelar era empresário, influenciador, escritor, palestrante e especialista em networking. Ele ficou conhecido pelo projeto “O Poder do Network”, voltado à conexão entre empresários e profissionais. Também era autor de livros e atuava como apresentador de leilões beneficentes do Instituto Projeto Neymar Jr.
Paulo Soares trabalhava como videomaker e atuava profissionalmente no audiovisual desde 2022. Segundo informações de seu perfil no LinkedIn, ele tinha experiência como diretor de fotografia, operador de câmera e editor de vídeo, com trabalhos em publicidade, documentários e conteúdos para marcas.
O piloto Antônio Roberto Nóbrega de Araújo e o copiloto Leopoldo Barros Teixeira também estavam a bordo e morreram no acidente.
Aeronave

O helicóptero era um Bell 430, fabricado em 2001, com capacidade para um piloto e sete passageiros. A aeronave pertencia à JTA Empreendimento e Urbanismo.
De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o helicóptero estava com a situação regular e possuía certificação de operação válida até 11 de agosto de 2027. O cadastro também indicava autorização para voos noturnos.
As circunstâncias que levaram à queda da aeronave deverão ser investigadas pelas autoridades responsáveis.
Fonte: g1


