
Ministro do GSI pede demissão do cargo após vazamento de imagens nos atos do dia 8 de janeiro



O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) “partiu para cima” do também parlamentar Dionilso Marcon (PT-RS), nesta quarta-feira, após uma discussão sobre a facada sofrida em 2018 pelo seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ambos debatiam na Comissão de Trabalho da Câmara, quando o filho do ex-presidente citou o atentado cometido contra o então candidato. Marcon afirmou que a “facada foi fake”. Eduardo levantou da cadeira e precisou ser contido pelos colegas. Ele chamou Marcon de “veado” e pediu para que repetisse a frase.
Segurado pelos colegas, Bolsonaro reagiu aos pedidos para que respeitasse o decoro da Casa: “Queria me tirar do sério? Consegiu. Decoro? Olha o que este veado está falando aqui! Não houve sangue? Desde quando a faca foi fake? Vocês tentaram matar o meu pai e agora querem me tirar do sério. Te enfio a mão na cara e perco o mandato com dignidade, seu filho da puta. Tá achando que está na internet?” – disse em voz alta.
A PF abriu dois inquéritos para apurar a facada contra Bolsonaro. Um em 2018, logo após o atentado, e outro que só foi concluído em maio de 2020. A segunda apuração foi iniciada por decisão da própria PF para assegurar que não houve a participação de terceiros, com um eventual mandante hipótese descartada após as investigações.
Nos documentos que compõem as investigações, a polícia citou vários pontos para demonstrar que não houve participação de mais pessoas além de Adélio no crime.
Segundo a PF, foram analisados 2 terabytes de imagens, incluindo mais de 150 horas de gravação de câmeras de segurança em Juiz de Fora ou feitas por pessoas que as pulicaram nas redes sociais. A apuração também checou 1.200 fotos do dia do atentado.
Além disso, a PF vasculhou mais de 250 gigabytes de informações em mídia, incluindo dados de celulares e computador, além de 600 documentos. Analisou ainda 6 mil comunicações de mensagens instantâneas, e periciou computadores da lan house que Adélio frequentava.
Outro ponto destacado pela polícia foram as 40.508 mensagens nas contas de e-mail de Adélio a partir de 2016, que não mostraram qualquer indício de que houve a participação de outras pessoas no crime cometido por ele.
As mensagens do Facebook de Adélio também não revelaram indícios de participação de outras pessoas. A PF cruzou ainda informações nos celulares de Adélio e dados cadastrais de 16,2 milhões de pessoas filiadas a todos os partidos políticos.
As quebras de sigilo bancário não revelaram aportes suspeitos, e o único valor na conta de Adélio que chegou a levantar alguma suspeita dos policiais era, na verdade, fruto de uma ação trabalhista movida por ele. Houve também 17 quebras de sigilo telefônico, das quais 12 de números diretamente relacionados a Adélio, mas nada apontou a participação de terceiros.
A PF também investigou quem pagou um curso de tiro que Adélio realizou em Santa Catarina meses antes do atentado. A conclusão foi que ele mesmo financiou a atividade.
Em depoimento que prestou em agosto de 2019, o próprio Adelio disse que “nunca concordou com a tese de defesa de seu advogado, que alegou sua insanidade mental” e que “é réu confesso e gostaria de ter sido tratado como tal somente”.
A PF também periciou a faca usada por Adélio e constatou que “é dotada de lâmina afiada e ponta, sendo eficaz para causar feridas incisas e pérfuro-incisas, além de possuir cabo de plástico, eficaz para causar feridas contusas”. Estimou até mesmo seu valor de mercado: R$ 7.
Fonte: O Globo


A senadora Teresa Leitão (PT-PE) fez, nesta quarta-feira, seu primeiro pronunciamento no plenário do Senado. Usava uma peça de renda renascença, típica de Pernambuco.
No discurso, Teresa Leitão deu ênfase à educação, a que chamou de uma de suas agendas de vida, e aos avanços das mulheres em todos os setores e, em especial, na política.
“O espaço das mulheres na política, conquistado palmo a palmo, traz a marca das nossas antecessoras e aponta nossa responsabilidade com as que virão depois de nós. Por isso que no juramento de posse, evoquei a bravura das Mulheres de Tejucupapo durante a colonização de Pernambuco, verdadeiras heroínas da Pátria que contribuíram para a expulsão do invasor”, destacou a primeira senadora pernambucana.
Teresa lembrou a primeira mulher senadora eleita, Eunice Mafalda Berger Michiles, também professora, que tomou posse em 1979, e também Benedita da Silva, primeira senadora eleita pelo PT, seu partido, destacando que foram antecessoras que abriram caminho para hoje o Senado contar com 15 senadoras, “uma marca importante, mas que tem muito a crescer”.
Ao se referir às jovens e meninas, Teresa Leitão pediu licença para homenagear e se comprometer com os sonhos democráticos de sua neta, Maria Letícia, “ela mesma militante de causas sociais da solidariedade e da paz”.
Educação e violência nas escolas
A senadora lembrou que a educação continuará sendo prioridade na sua atuação política, como foi nos seus cinco mandatos na Assembleia Legislativa de Pernambuco. Disse que, depois da pandemia, “os desafios cresceram, as oportunidades de alternativas novas também, e eu creio que nós teremos que nos debruçar bastante sobre esta realidade, com responsabilidade e com forte compromisso com a equidade: garantir a todos e todas padrões de qualidade e oportunidades iguais”.
Afirmou ainda que “os últimos quatro anos de gestão do MEC foram de instabilidade dirigente, de indisposição ao diálogo federativo e de incapacidade de coordenação sobre qualquer agenda estruturante para a educação brasileira. Precisamos superar urgentemente este estado de coisas. Nosso esforço aqui nesta casa se associará ao lema da União e da Reconstrução visando fortalecer a coordenação federativa e reorientar as políticas públicas em ampla sintonia com os objetivos e finalidades da Republica, em respeito aos estados e municípios”.
Sobre os últimos ataques que resultaram em mortos e feridos em escolas de diferentes pontos do país, Teresa afirmou que “escola é lugar de acolhimento, de troca de saberes, de convivência social, de enriquecimento cultural. Há de ser sempre defendida como um ambiente prazeroso, de participação e de fraternidade. E assim está previsto no plano de ação anunciado na terça-feira pelo presidente Lula; com senso de urgência e cuidado com a vida e com o intuito de discutir e superar essa violência”.
Junto com Lula
No pronunciamento, a senadora, aliada do presidente Lula, ressaltou que foi eleita “com um programa ancorado em valores civilizatórios e de compromissos humanizadores. Nosso mandato é comprometido com desenvolvimento e sustentabilidade; com a garantia de direitos e a universalização da cidadania; com a defesa da soberania nacional, das instituições e da democracia; com a defesa dos interesses de Pernambuco, o fortalecimento dos seus municípios e o bem-estar do seu povo”.
A senadora lembrou os programas sociais retomados nos primeiros 100 dias do governo Lula. E citou o Minha Casa, Minha Vida, o Mais Médicos, o Bolsa Família e o Programa de Aquisição de Alimentos. E ainda destacou a recomposição do orçamento das universidades, a retomada da preocupação com o meio ambiente e a atenção aos povos originários, em particular aos Ianomâmi.
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O historiador e cientista político Boris Fausto morreu nesta terça-feira 18, aos 92 anos, em São Paulo. Ele deixa dois filhos – o antropólogo Carlos Fausto e o cientista político Sergio Fausto – e três netos.
O velório acontecerá na região central da capital paulista na quarta-feira 19. A causa da morte ainda não foi divulgada.
Fausto era pesquisador sênior da Universidade de São Paulo, onde concluiu a graduação, em 1966, e o doutorado, em 1969, em História.
Também manifestaram solidariedade a Faculdade de Direito da USP e a Companhia das Letras, responsável pela publicação de algumas obras do historiador.
“Boris Fausto foi um grande historiador, um dos maiores que tivemos, um amigo pessoal e próximo da editora. Estou fora do País e chocado com essa notícia”, lamentou Luiz Schwarcz, editor e fundador da Companhia das Letras. “O Brasil perde um intelectual verdadeiro e um escritor digno dos maiores elogios. Perdemos um homem humilde e sábio como poucos conseguem ser.”
O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), classificou a morte do historiador como motivo de “luto para a grande cultura”.
“As obras de Boris Fausto marcaram minha geração como historiador. Boris era de grande sensibilidade e enorme inteligência. Sua morte é luto para a grande cultura. Ele era um dos últimos expoentes de uma geração que amou o Brasil e se empenhou em servir ao país. Obrigado, mestre”, escreveu Randolfe no Twitter.
O último livro de Boris Fausto foi Vida, Morte e Outras Histórias, publicado em 2021. Na obra, escrita após a perda do irmão, Fausto compartilhou memórias e reflexões sobre relações familiares, o envelhecimento e a finitude.
Fonte: Carta Capital

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu um homem de 36 anos acusado de estuprar a própria mãe, uma idosa de 78 anos. A vítima está internada, com demência e outros problemas de saúde. A prisão ocorreu nesta segunda-feira (17/4), na casa do acusado, na Asa Norte.
A investigação começou após a 10ª Delegacia de Polícia (Lago Sul) receber uma denúncia anônima de que o autor do crime estava cometendo os abusos sexuais contra a idosa dentro do hospital. Os agentes coletaram imagens de câmeras de segurança que comprovaram o crime.
A Polícia Civil deflagrou, então, a Operação Édipo, nome em referência ao personagem da mitologia grega que matou o pai e se casou com a própria mãe. O criminoso estava em casa e resistiu à prisão de forma violenta. Além de tentar partir para o confronto físico com os agentes, o homem desacatou a equipe e chutou a viatura, danificando a porta.
Preso em flagrante pelos crimes de estupro de vulnerável, dano qualificado, desacato e resistência, ele foi encaminhado à carceragem e aguarda audiência de custódia. “Ante à gravidade dos fatos, o delegado que presidiu o flagrante representou pela conversão da prisão em flagrante do indiciado em prisão preventiva”, divulgou a Polícia Civil.
Fonte: Metrópoles

O agora ex-participante da 23ª edição do Big Brother Brasil Cezar Black é investigado por abandono de emprego pelo Hospital Universitário de Brasília (HUB), no âmbito do governo federal. O ex-BBB também é enfermeiro na Secretaria de Saúde do Distrito Federal, mas, no Executivo local, não é alvo de apuração até o momento. Ao contrário do brother, 112 pessoas foram demitidas por abandono de cargo no Governo do Distrito Federal entre 2019 e 2023.

Das secretarias, a que mais teve servidores exonerados por não se apresentarem aos posto de trabalhos é, inclusive, a que Cezar Black está lotado. Quase metade do total, 53 demissões, ocorreram na SES-DF.
A Secretaria de Educação é a segunda com o maior número de pessoas exoneradas por abandono de cargo, resultando em 42 demitidos – conforme informou o GDF, em nota.
Os 17 restantes são das seguintes secretarias:
Também apresentaram demissões nesse período, a Agefis (1) o DFTrans (1), a Defesa Civil (1) e a Administração Regional do Plano Piloto (1).
“Brechas para o ‘migué'”
Cezar Black ficou exatos 87 dias sendo exposto 24 horas por dia na casa mais vigiada do Brasil. Entre uma prova e outra, se equilibrou durante todo esse tempo em brechas legais para não sofrer consequências administrativas como servidor público.
De acordo com a Secretaria de Saúde, o enfermeiro “solicitou férias e cinco abonos, conforme autoriza a legislação”. O Big Brother Brasil 2023 teve início em 16 de janeiro deste ano.
O advogado Marcelo Lucas de Souza, especialista em direito público, explicou que a legislação não obriga que o servidor tenha um processo que resulte em demissão após 30 dias de faltas consecutivas. “As punições nesse caso são mais leves, com desconto na folha de pagamento. Além disso, caso gere algum dano ao erário, deverá recompor”.
No caso de militares, contudo, é possível haver punição penal nesses casos. Segundo Souza, há a abertura obrigatória de processo administrativo disciplinar (PAD), mas somente após 60 dias de faltas consecutivas.
Dessa forma, o especialista alerta que o servidor pode dividir os abonos para “quebrar” os 60 dias direto. “Se em cada mês ele coloca um abono, o prazo consecutivo é interrompido e está dentro da legalidade”. Ou seja, uma brecha para o “migué”.
O servidor está amparado pela Lei nº 840, de 2011, que rege os servidores públicos civis do DF, e pela Lei Federal nº 8.112, de 1990, que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União.
Fonte: Metrópoles

Uma vaquinha virtual criada para ajudar o entregador Max Ângelo, agredido pela ex-atleta de vôlei Sandra Mathias Correia de Sá, a realizar o sonho da casa própria bateu a marca de R$ 210 mil em menos de 48 horas. Até o momento, mais de 7 mil pessoas contribuíram.
A campanha de ajuda financeira ao entregador foi iniciada pelo apresentador Luciano Huck e pelo ator João Vicente de Castro, por meio das redes sociais.
“Essa semana encontrei o Max esse ser humano incrível que foi covardemente agredido por uma Racista em são Conrado. Conversei com ele, perguntei qual era seu sonho e ele disse na hora: Sair do aluguel. Portanto abrimos uma vakinha pra tentar comprar a casa dele. Qualquer valor ajuda e divulgar ajuda demais”, escreveu João no Instagram.
No último domingo (9/4), a ex-jogadora de vôlei e nutricionista Sandra Mathias Correia de Sá foi flagrada agredindo e perseguindo dois entregadores negros no bairro de São Conrado, no Rio de Janeiro. O momento foi registrado por outros entregadores presentes no local.

Nas imagens, ela reclama que os entregadores estavam andando de moto sobre a calçada. Enquanto segura a coleira do cachorro, Sandra discute com uma entregadora e ameaça diversas vezes.
“Tu não está na favela, filha da p*ta. Tu está aqui. Quem paga IPTU aqui sou eu. Espera”, ameaça.

Momentos depois, ela parte para cima de outro entregador e chega a tirar a coleira do cachorro para bater nele, dando uma espécie de chicotada.
“Ela me tratou como se eu fosse escravo. Só que ela está esquecendo que o tempo da escravidão já acabou há muitos anos, e isso não pode acontecer. É inadmissível. Não tem como aceitar uma situação como essa”, disse Max Ângelo dos Santos à TV Globo.
A Polícia Civil investiga o caso.
Fonte: Metrópoles

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou, nesta sexta-feira (14), que a Policia Federal (PF) marque o depoimento do ex-presidente Jair Bolsonaro no inquérito que apura os atos golpistas de 8 de janeiro deste ano.
Na decisão, Moraes escreveu que a oitiva [audição] de Bolsonaro, solicitada pelo Ministério Público, é “medida indispensável ao completo esclarecimento dos fatos investigados”.
“Diante de todo o exposto, defiro o requerimento formulado pela Procuradoria-Geral da República e determino à Polícia Federal que proceda a oitiva de Jair Messias Bolsonaro, no prazo máximo de dez dias, devendo a PGR ser previamente avisada do dia agendado para se entender necessário acompanhar a oitiva”, decidiu.
O depoimento foi solicitado no inquérito para esclarecer uma postagem feita nas redes sociais de Bolsonaro no dia 10 de janeiro. Postado dois dias após os ataques, o vídeo questionava a legitimidade do resultado das eleições de 2022.

Documentos incluem desenvolvimento conjunto de satélite, cooperação espacial, parceria em pesquisas científicas e na área de Tecnologias da Informação e Comunicação
A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, assinou, nesta quinta-feira (14), em Pequim, um acordo com o governo chinês para o desenvolvimento conjunto do satélite CBERS-6, além de dois memorandos sobre cooperação em pesquisa e inovação e sobre cooperação em Tecnologias da Informação e Comunicação. Também foi firmado um plano de cooperação espacial entre Agência Espacial Brasileira e a Administração Espacial Nacional da China. A ministra integra a comitiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que cumpre agenda oficial no país asiático desde 13 de abril.
“A visita da comitiva do presidente Lula estabelece outro patamar das relações entre Brasil e China, com a disposição de fazer uma política de cooperação cada vez mais acentuada. O Brasil está se reinserindo no cenário mundial de oportunidades, com cultura de paz e com uma agenda que defende os interesses nacionais. Hoje, o ponto alto dessa agenda é a assinatura de diversos instrumentos de cooperação científica e tecnológica”, afirmou a ministra.
CBERS -6
Entre os instrumentos assinados está o protocolo que prevê o desenvolvimento, fabricação, lançamento e operação conjunta do Satélite Sino Brasileiro de Recursos Terrestres – CBERS-6. O satélite possui uma nova tecnologia, o Radar de Abertura Sintética (SAR), que vai aperfeiçoar o monitoramento da Amazônia, complementando os dados fornecidos pelos satélites de sensoriamento remoto em operação (CBERS-4, CBERS-4A e Amazonia-1). O maior benefício da tecnologia SAR é a geração de dados em qualquer condição climática e através de nuvens.
“É um desenvolvimento comum de tecnologia. Com os chineses, desenvolveremos uma nova tecnologia de sensoriamento remoto, para além dos sensores óticos, com imagens mais precisas das situações climáticas, sobretudo na Amazônia, que permitirá ver através das nuvens. Essa nova tecnologia tem impacto não apenas em questões climáticas, mas também em áreas como o desenvolvimento urbano e produção agrícola”, ressaltou a ministra.
A estimativa é que o CBERS-6 seja construído e entre em órbita no prazo de 42 meses após a assinatura do acordo, que depende de ratificação pelo Congresso Nacional. O custo do desenvolvimento, fabricação e lançamento do novo satélite é de US$ 51 milhões para cada parte. Os recursos são do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).
Cooperação espacial
A Agência Espacial Brasileira e a Administração Nacional do Espaço da China assinaram o Plano de Cooperação Espacial 2023-2032. O documento elenca as atividades bilaterais na área espacial durante os próximos dez anos em áreas que vão da Tecnologia Espacial e Atividades de Lançamento, até treinamento de pessoal, equipamentos de solo e dados de observação da Terra.
Cooperação em pesquisas e TICs
Outros memorandos avançam na cooperação científica, tecnológica e de inovação com a China. O Memorando de Entendimento sobre Cooperação em Pesquisa e Inovação prevê, por exemplo, a realização de pesquisas conjuntas, mobilidade de pesquisadores, visitas técnicas mútuas e organização de eventos científicos em 16 áreas, que incluem energia limpa, Inteligência Artificial, saúde e biotecnologia, entre outros.
Já o Memorando sobre Cooperação em Tecnologias da Informação e Comunicação inclui o intercâmbio de informações sobre políticas e cooperação entre instituições de pesquisa e empresas do setor de TICs. Além disso, trata da formação e capacitação de talentos e desenvolvimento tecnológico, da inovação e aplicações de tecnologias em áreas como semicondutores, Inteligência Artificial, Internet das Coisas, 5G e tecnologias quânticas.
Foi num momento muito difícil que Daniel Lopes recebeu o apoio que precisava. Ele é mecânico, mora na cidade de Independência, no Ceará e sofreu acidente de moto. Ele conta que ficou bastante machucado e preocupado. Mas ao descobrir que tinha direito ao DPVAT, indenização que tem o pagamento feito pela CAIXA, Daniel conseguiu ficar tranquilo.
“Deu para comprar meus medicamentos, porque eu quebrei meu nariz, me ralei todinho. Deu para cobrir minhas despesas de remédios para eu ficar bom dos ferimentos. Fiquei bom do acidente de moto, recebi o seguro, graças a Deus”, declarou.
A CAIXA assumiu a gestão do Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT) em 2021 / De lá para cá, já pagou mais de um bilhão e oitocentos mil reais e atendeu cerca de quinhentos e dez mil pedidos de indenização.
Os valores das indenizações são de até R$13.500 em casos de morte e invalidez permanente. Já para despesas médicas e hospitalares, as vítimas são reembolsadas até R$2.700.
Mas o serviço não acabou. A CAIXA continua prestando o atendimento ao longo deste ano para quem precisa. A solicitação do DPVAT é gratuita e pode ser feita pelo aplicativo DPVAT CAIXA, no celular mesmo. Após baixar o aplicativo, o usuário deve se cadastrar no login CAIXA.
Quem já tem cadastro em outros aplicativos do banco, como Habitação, FGTS e CAIXA Tem, a senha de acesso é a mesma. Ao clicar em “Quero solicitar minha indenização DPVAT”. Dentro da plataforma, os interessados enviam documentos obrigatórios, como RG, CPF e CNH. Além também de comprovante de residência, o boletim de ocorrência do acidente e outros documentos necessários.
Após cadastrar seu pedido, é possível verificar se há ações pendentes e quando o dinheiro vai ser liberado no campo “Acompanhar minha solicitação”.
A CAIXA realiza o pagamento da indenização por meio da Conta Poupança Social Digital, no CAIXA Tem, em nome da vítima ou de seus beneficiários no prazo de até 30 dias, contados a partir do momento do envio da documentação completa.
Caso a vítima não tenha conta na CAIXA, a abertura da Poupança Social Digital CAIXA é feita de forma automática pelo próprio aplicativo.
O andamento do pedido de indenização pode ser realizado pelo aplicativo e outras informações também podem ser esclarecidas pela Central de Atendimento 0800 726 0207, opção 8 ou no site caixa.gov.br/servicos/dpvat.
Fonte: Brasil 61

Como parte da agenda de atividades empresariais da viagem da comitiva brasileira à China, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, fez uma visita ao Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Huawei, em Xangai, nesta quinta-feira (13/4). Acompanhado do CEO da empresa, Liang Hua, o presidente percorreu amplos salões com telões que retratam algumas das mais recentes conquistas em tecnologia digital e inovação desenvolvidos pela empresa, que atua há 25 anos no Brasil. Lula chegou a experimentar um óculos de realidade virtual.
Na palestra para o presidente, a empresa reforçou o compromisso de trabalhar numa perspectiva de longo prazo para o desenvolvimento sustentável do Brasil, em parcerias com foco em conectividade, inclusão digital, educação, saúde e reindustrialização. A apresentação mostrou, por exemplo, conquistas em projetos de conectividade digital em zonas remotas da Amazônia e ações para conectar escolas públicas e interligar setores de segurança.
“A empresa fez uma apresentação sobre 5G e soluções em telemedicina, educação e conectividade. Um investimento muito forte em pesquisa e inovação”, afirmou Lula por meio de seu perfil no Twitter. Ao longo desse primeiro dia da visita oficial à China, Lula participou da cerimônia de posse de Dilma Rousseff à frente do Novo Banco de Desenvolvimento do BRICS e teve encontros com Wang Chuanfu, CEO da BYD, especializada em veículos elétricos, e com Wang Tongzhou, presidente do Conselho da China Communication Construction Company, maior empresa de construção civil da China.
Ainda nesta quinta, o presidente e a comitiva embarcam para Pequim. Na sexta-feira (14/4), a agenda do presidente na capital chinesa inclui um encontro com o presidente da Assembleia Popular Nacional da China, Zhao Leji, no Grande Palácio do Povo, uma cerimônia de deposição de flores no Monumento aos Heróis do Povo, na Praça da Paz Celestial, encontro com o primeiro ministro da China, Li Qiang, e finalmente com o presidente chinês, Xi Jinping.
A comitiva brasileira é composta por ministros de estado, pela primeira-dama, Janja Lula, pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, por parlamentares da Câmara e do Senado e por empresários.

PRINCIPAL PARCEIRO COMERCIAL — O objetivo do governo brasileiro é relançar as relações com seu principal parceiro comercial desde 2009. Em 2022, a China importou mais de US$ 89,7 bilhões em produtos brasileiros, especialmente soja e minérios, e exportou quase US$ 60,7 bilhões para o mercado nacional. O volume comercializado, US$ 150,4 bilhões, cresceu 21 vezes desde a primeira visita de Lula ao país, em 2004.
Cerca de 20 acordos bilaterais devem ser assinados durante a visita. Um deles será para a construção do CBERS-6, o sexto de uma linha de satélites construídos em parceria entre Brasil e China. O diferencial do novo modelo é uma tecnologia que permite o monitoramento de biomas como a Floresta Amazônica mesmo com nuvens.

A Juíza da Vara da Infância e Juventude da Comarca de Osório, Conceição Aparecida Canho Sampaio, decretou nesta quarta-feira (12/4), a prisão preventiva dos pais do adolescente apreendido nesta terça-feira (11/4), por suspeita de planejar possível ataque em uma escola de Maquiné.
Ainda na audiência foi determinado o recolhimento do adolescente à FASE.
O caso tramita em sigilo.
O processo envolvendo os pais segue agora para a Vara Criminal da Comarca de Osório.
Com relação ao adolescente, o processo tramitará no Juizado da Infância e Juventude também do Foro local.
Um adolescente de 14 anos foi apreendido na noite desta terça-feira (11) por suspeita de envolvimento no planejamento de um possível ataque a uma escola no município de Maquiné. Com ele, foram recolhidos materiais de apologia ao nazismo. Policiais chegaram a ele a partir da apreensão, anteriormente, de um adolescente no Paraná pelas polícias Civil e Federal. Segundo a Polícia Civil e a Brigada Militar do Rio Grande do Sul, eles teriam ligação. O gaúcho estaria sendo orientado pelo paranaense a atacar uma escola nesta semana. Segundo o diretor do Grupamento de Operações Especiais da Core, delegado Marco Antônio de Souza, o adolescente foi apreendido por ato análogo a terrorismo e admitiu que planejava um ataque iminente. — Ele já participava desses grupos que fomentavam e discutiam esses tipos de ataques, mas ele também tinha uma razão de ordem pessoal envolvendo o adolescente e a escola, algo que a gente acaba preservando pela investigação. Ele acabou admitindo que esse ataque era iminente, e razões da investigação nos levam a crer que esse ataque seria perpetrado na manhã desta quarta — explicou Marco Antônio de Souza. Integrantes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil e do 8º Batalhão da BM, do Litoral, cumpriram mandado de busca da casa onde o adolescente estava com os pais, que foram conduzidos para prestar depoimento na delegacia de Osório. A polícia encontrou bandeiras e fotos nazistas e fascistas, imagens de Adolf Hitler e Benito Mussolini, simulacro de arma de fogo, facas, canivetes, fardas camufladas e capacetes. De acordo com o delegado Marco Antônio, os pais do adolescente também foram detidos. — A quantidade de material foi tão farta que a gente apresentou o adolescente e os pais, o pai e a mãe, à delegacia de polícia. Exatamente porque não tinha como não estar sabendo o que estava acontecendo naquela casa dada o farto material que foi apreendido. Entrevistando o pessoal na casa, a gente conseguiu descobrir que a bandeira que faz apologia ao nazismo teria sido dada pelo pai para o adolescente. Então, eles foram apresentados na delegacia, e a autoridade policial plantonista entendeu por autuar os dois maiores por apologia ao nazismo, e o menor deve ser apreendido por ato infracional análogo a terrorismo — ressaltou.Adolescente que estaria planejando ataque a escola é apreendido em Maquiné
Fonte: Litoral Mania

A deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC) acusa o colega Márcio Jerry (PCdoB-MA) de assédio durante reunião na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado em que o ministro da Justiça, Flávio Dino, foi ouvido, na terça-feira (11). O parlamentar, por sua vez, nega qualquer tipo de ação inconveniente e afirma que estava apenas falando com a colega. Os dois utilizaram imagens do momento para defenderem seus argumentos.
“Nunca dei liberdade para esse deputado e nem sabia qual era o nome dele, mas ele se sentiu LIVRE para chegar por trás de mim. A sorte que alguém pegou a cena ABSURDA!”, relatou em suas redes sociais, que também disse a colegas que Jerry teria dado um cheiro em seu pescoço.
Parlamentares aliados de Zanatta passaram a dizer que vão ao Conselho de Ética pedir a cassação do mandado do maranhense.
Márcio Jerry, por sua vez, publicou o mesmo vídeo para dizer que as imagens desmascaram a parlamentar bolsonarista.
“As imagens que desmascaram a absurda acusação da deputada bolsonarista @juliazanattasc . Apelei a ela ali em meio a um tumulto que respeitasse a deputada @lidicedamata ‘que tem 40 anos de história nesta casa” , afirmou ele.
Fonte: O Tempo