Categoria: Saúde

Pessoas com 45 anos ou mais recebem cerca de 80% dos diagnósticos de leucemia rara

Assunto: Hospital da Lagoa, serviço de quimioterapia, enfermeira Rafaela Rosenthal tel.(21-3111-5231 / 9480-1441) atendendo ao paciente Fernando Trindade tel. (21-3305-3500) / Local: Lagoa, Rio de Janeiro / Data: 08/2010

Há um mês, no dia 22 de setembro, foi celebrado o Dia Mundial da Leucemia Mieloide Crônica (LCM). Ela ocorre a partir de uma anormalidade genética chamada de cromossomo Philadelphia, que é resultado da troca de material genético entre dois outros cromossomos, o 9 e o 22. É por esse motivo que a data foi escolhida para chamar atenção à doença.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, cerca de 80% dos diagnósticos da leucemia ocorrem em pessoas com 45 anos ou mais. “Isso porque quanto mais velho nós somos, quanto mais velhos nós ficamos, maior é a tendência de haver alterações genéticas, alterações nos nossos genes que podem desencadear qualquer tipo de câncer, inclusive a leucemia mielóide crônica”, explica Diogo Kloppel, médico hematologista.

Em março deste ano, Cintia Alves Ferreira de Jesus descobriu que sua filha Natasha, de 3 anos, estava no grupo dos demais 20%. “Não foi fácil quando eu recebi esse diagnóstico, porque não imaginava que ela teria leucemia e eu pensava muito positivo que ela não teria. Então quando eu fiquei sabendo, foi um choque muito grande, passei a noite chorando, sofrendo por causa dessa situação. Eu não sabia o que era leucemia direito”, contou a mãe de 34 anos.

A enfermidade é um tipo de câncer de origem desconhecida e considerada pelo Ministério da Saúde como rara, ou seja, atinge até 65 pessoas em cada grupo de 100 mil indivíduos. Assim como os demais tipos de leucemia, ataca os glóbulos brancos, afetando os leucócitos e tem como principal característica o acúmulo de células doentes na medula óssea, impedindo a produção de células saudáveis do sangue.

Sobre a prevenção, Kloppel faz um alerta. “Infelizmente, ainda não existe algum método de prevenção para a leucemia mieloide crônica. Realmente o mais importante é estar sempre com seus exames em dia e fazer seus exames periódicos para, se acontecer, você pegar no início e começar a tratar o quanto antes”. Segundo o especialista, muitos pacientes descobrem a doença em exames de rotinas, mas fadiga, aumento do volume abdominal, dor abdominal e perda de peso podem ser alguns dos sintomas.

Tratamento

Pacientes com leucemia podem procurar pelo tratamento integral e gratuito no Sistema Único de Saúde (SUS), além da assistência necessária, sejam crianças, adolescentes ou adultos. O procedimento é baseado na destruição das células leucêmicas, mediante o uso de medicamentos específicos que inibem a alteração genética do “cromossomo Philadelphia”.

Se diagnosticada precocemente, as chances de cura de leucemia são de 90% para as crianças e de 50% em adultos de até 60 anos, aponta a  Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale). No caso da LCM, ressalta Kloppel, há remédios que ajudam no controle da doença. “Também pode ser realizado o tratamento com transplante de medula óssea, que ainda hoje é a única forma de curar essa doença”, ressalta o médico.

Para sorte de Cíntia e Natasha, a descoberta da doença aconteceu ainda bem cedo, o que ajudou no tratamento realizado no Hospital da Criança, em Brasília. “Graças a Deus, com 15 dias já não tinha mais traços da leucemia nela”, celebrou a matriarca. “Hoje eu considero minha filha curada. Ela tem que continuar o tratamento para a leucemia não voltar”, completa.

Na rede pública, o tratamento é realizado pelos estabelecimentos de saúde habilitados como Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (UNACON) ou Centro de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (CACON), que oferecem, a depender de cada caso, cirurgia oncológica, radioterapia, quimioterapia (oncologia clínica, hematologia e oncologia pediátrica), medidas de suporte, reabilitação e cuidados paliativos.

Fonte: Brasil 61

Paciente de Juazeiro do Norte se torna o 26º no Ceará com direito de cutivar Cannabis em casa

Mais um cearense recebeu a autorização da Justiça para o cultivo de Cannabis para fins medicinais. A liminar foi concedida em setembro deste ano para o nutricionista Tiago Carvalho, que sofre com quadros de depressão, ansiedade e fibromialgia. Esse é o 26⁰ habeas corpus para o cultivo de Cannabis no Ceará e o segundo de Juazeiro do Norte, a 489,2 km de Fortaleza.⁠

O advogado Ítalo Coelho, responsável pelo caso, explica que o cultivo na própria casa dos beneficiados ocorre porque os tratamentos prescritos são muito caros. “A autorização está reconhecendo o direito fundamental à saúde, por conta da dificuldade do acesso que os pacientes têm em relação à cannabis medicinal, já que é muito caro, um produto que pode ser importado”, explica o jurista.⁠

 

Fonte: O Povo

Especialista reforça a importância dos exames preventivos contra o CA de mama

Segundo INCA, no ano de 2021 foram estimados 66.280 novos casos de câncer de mama.

O câncer de mama é o crescimento descontrolado de células da mama que adquiriram características anormais (células dos lobos, produtoras de leite ou dos ductos, por onde é drenado o leite), causadas por uma ou mais mutações no material genético da célula.

É o segundo tipo de câncer mais frequente em todo o mundo, acomete principalmente as mulheres, porém homens podem desenvolver o tumor também. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer, (INCA), para o ano de 2021, foram estimados 66.280 casos novos, o que representa uma taxa de incidência de 43,74 casos por 100.000 mulheres.

Realizar exames preventivos é um dos principais fatores para obter um diagnóstico precoce da doença e garantir boas chances de cura. Quando diagnosticado na fase inicial, há 95% de chance de cura. Por isso, é extremamente importante estar em dia com os exames de rotina e, para mulheres acima de 40 anos, é fundamental fazer a mamografia preventiva anualmente. “É um exame que eu considero como um dos procedimentos mais eficazes na detecção precoce da doença”, explica Jorge Mendes, ginecologista do hospital HSANP.

Sintomas

Quando pensamos em câncer de mama logo vem à mente a ideia do surgimento de um nódulo, mas nem sempre é assim. “Há outros sinais e sintomas que merecem total atenção e precisam ser comunicados a um médico especialista assim que notados. É importante entender que a maioria dos nódulos na mama não é câncer. Muitos podem ser benignos, com crescimentos anormais, mas não se disseminam. Vale ressaltar que qualquer alteração precede a realização de exame de diagnóstico para determinar se é benigna (ou não) e se isso pode implicar em um risco de desenvolvimento de um tumor maligno no futuro” alerta.

Ele pode apresentar várias manifestações como:

  • Inchaço de toda ou parte de uma mama (mesmo que não se sinta um nódulo);
  • Nódulo único endurecido;
  • Irritação ou abaulamento de uma parte da mama;
  • Dor na mama ou mamilo;
  • Inversão do mamilo;
  • Eritema (vermelhidão) na pele;
  • Edema (inchaço) da pele;
  • Espessamento ou retração da pele ou do mamilo;
  • Secreção sanguinolenta ou serosa pelos mamilos;
  • Linfonodos aumentados.

Infelizmente, a medicina ainda não evoluiu a ponto de termos uma solução única para a prevenção do câncer de mama, pois alguns fatores de risco não são possíveis de serem controlados como a questão genética. Mas, podemos adotar muitas medidas preventivas, como por exemplo alguns hábitos que podem reduzir pela metade as chances de desenvolver a doença”, finaliza o especialista.

Queda nas taxas de vacinação pode trazer doenças erradicadas de volta

Doenças já erradicadas no Brasil podem voltar a preocupar se as crianças não forem vacinadas. Até o dia 14 de outubro deste ano, a cobertura da vacina contra poliomielite em crianças com menos de 1 ano de idade é de 44,8%. Na faixa etária entre 1 ano e menores de 5, 65% já receberam uma dose de reforço.

“Nós queremos garantir cada vez mais uma cobertura vacinal para mantermos as nossas crianças livres da poliomielite. O Ministério tem feito o seu papel na medida de que adquire as vacinas, distribui as vacinas para todos os estados, distribui a vacina para todos os municípios.”, explica o coordenador de atenção primária à saúde substituto do Distrito Federal, Adriano de Oliveira.

Apesar de a campanha nacional ter terminado no dia 30 de setembro, as vacinas continuam disponíveis em mais de 40 mil salas de vacinação em todo o Brasil. O Ministério da Saúde realizou uma ação de conscientização no Dia Nacional da Vacinação (17), para alertar a população sobre a importância da vacina no combate a doenças graves.

Segundo Adriano de Oliveira, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) compõe o calendário vacinal com 17 vacinas para crianças, 7 para adolescentes, 5 para adultos e idosos e 3 para gestantes. “Atendemos diversos ciclos de vidas, numa população estimada em 213 milhões de brasileiros, e portanto, a gente tem plena certeza que somos, talvez, um dos maiores programas públicos de vacinação do mundo”, observa.

Além disso, o programa foi responsável pela eliminação da poliomielite, vírus que causa a paralisia infantil. O último caso de pólio registrado no Brasil foi em 1989, na Paraíba. “A região foi certificada como área livre de circulação de pólio, vírus selvagem. E assim continuamos hoje, embora tenhamos um alto risco, não apenas no Brasil, mas em toda a região das Américas, da reintrodução do vírus e por causa da circulação do vírus”, informa o coordenador.

Hoje, existem duas vacinas disponíveis contra a pólio: a vacina inativada poliomielite (VIP), que é injetável; e a vacina oral poliomielite (VOP). O PNI recomenda a vacinação de crianças a partir de 2 meses até menores de 5 anos de idade. De acordo com o Calendário Nacional de Vacinação, o esquema vacinal é composto por três doses de VIP, administradas aos 2, 4 e 6 meses de idade, mais dois reforços com VOP,  dos 15 meses aos 4 anos de idade.

Segundo ele, essa distribuição só é eficaz caso os pais levem os filhos para tomar a vacina, “Pais e responsáveis, façam a sua parte, protejam suas crianças e adolescentes contra doenças que são absurdamente imunopreviníveis. “Levem a nossa mensagem. É, leve seu filho para vacinar”.

A transmissão da ação contra a poliomielite e multivacinação está disponível no Youtube.

Vacinação contra meningite

No último mês, foi confirmado um surto de meningite no estado de São Paulo, com cinco casos da doença meningocócica do sorogrupo C, a mais frequente no Brasil entre as meningites bacterianas.

De acordo com o Ministério da Saúde, a meningite é considerada uma doença endêmica, e casos de surtos e epidemias ocasionais são esperados. Por isso, o Ministério reforça a importância da vacinação de crianças e adolescentes contra a doença, já que é a forma mais eficaz de evitar a infecção.

O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece as sete vacinas recomendadas contra meningite nas salas de vacinação do País.

Fonte: Brasil 61

Governo lança campanha nacional de combate ao mosquito da dengue

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, lança a Campanha Nacional de Combate ao mosquito Aedes aegypti. – Marcelo Camargo/Agência Brasil

Com o tema “Todo dia é dia de combater o mosquito”, o Ministério da Saúde lançou nesta quinta-feira (20) a Campanha Nacional de Combate ao Mosquito Aedes Aegypti, transmissor de doenças como dengue, Zika e chikungunya. 

Segundo o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, a campanha busca mobilizar os cidadãos a participarem efetivamente do combate. “Nós não temos como fazer isso sozinhos. Se não houver colaboração da sociedade, todos os anos vamos ter casos e casos de dengue”, ressaltou Queiroga no evento em Brasília.

Ainda segundo o ministro, a prevenção é a melhor forma de combater a doença e todo local de água parada deve ser eliminado, já que é lá que o mosquito transmissor coloca os seus ovos.

A campanha será vinculada na televisão, rádio e internet e trará tanto informações sobre os principais focos de proliferação do mosquito quanto orientações sobre prevenção.

Ações simples podem ajudar no combate ao mosquito, principalmente, no quintal de casa. Entre as medidas que podem ser adotadas estão: evitar água parada em pequenos objetos, pneus, garrafas e vasos de planta; manter a caixa d’água sempre fechada e realizar limpezas periódicas; vedar poços e cisternas; descartar o lixo de forma adequada.

Números

O número de casos de dengue no Brasil subiu quase 185% este ano, na comparação entre janeiro a outubro de 2022 e o mesmo período do ano passado. Em 2021, foram registrados 478,5 mil casos, número que subiu para 1,3 milhão neste ano. Levantamento do Ministério da Saúde aponta ainda 909 óbitos confirmados pela doença.

Em 2022, os casos de chikungunya também tiveram um aumento expressivo, 89,9%, em relação ao ano passado. Até outubro deste ano, 168,9 mil casos já haviam sido notificados no país. Já a Zika indicou um aumento de 92,6% em 2022, mas nenhum óbito foi registrado pela virose.

 

Fonte: Agência Brasil

Próxima pandemia pode ser provocada pelo derretimento de geleiras

Um estudo feito por cientistas da Universidade de Ottawa, no Canadá, mostra que a próxima pandemia pode ser provocada pelo aquecimento global, por meio do degelo das calotas polares.

À medida que as temperaturas estão subindo, o risco de transbordamento nesse ambiente específico está aumentando”, disse o biólogo Stéphane Aris-Brosou, principal autor do estudo, ao jornal The Guardian.

Em artigo publicado na revista Proceedings of the Royal Society B, os pesquisadores detalharam análises feitas em amostras do solo e sedimentos do Lago Hazen, o maior lago de água doce do Ártico no mundo. O local recebe água de geleiras em processo de descongelamento.

Ao realizarem o sequenciamento das amostras, foi possível encontrar material genético semelhante ao de vírus conhecidos, bem como de possíveis hospedeiros animais e vegetais.
Cálculos feitos pelos cientistas mostram que o risco de vírus e bactérias “despertarem” aumenta em regiões com grande fluxo de água de degelo glacial. No entanto, Aris-Brosou pondera que, enquanto os vírus e seus vetores não estiverem simultaneamente presentes no mesmo ambiente, a probabilidade que eventos dramáticos ocorram permanece baixa.

Fonte: Metrópoles

Mês de conscientização sobre os cuidados com o câncer de mama

Monumentos de Brasília iluminados de rosa para a campanha Outubro Rosa. Movimento mundial de conscientização sobre a importância da detecção precoce do câncer de mama (Valter Campanato/Agência Brasil)

O mês de outubro é destinado a chamar a atenção das mulheres, no mundo inteiro, para a conscientização sobre os cuidados relacionados a prevenção, diagnóstico precoce e tratamento do câncer de mama. Também conhecido como Outubro Rosa, este ano completa 14 anos no Brasil.

De acordo com o relatório anual sobre o câncer de mama realizado pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca), no Brasil, excluídos os tumores de pele do tipo não melanoma, o câncer de mama é o mais incidente em mulheres de todas as regiões, com taxas mais altas no Sul e Sudeste.

O relatório confirma que neste ano de 2022 foram estimados 66.280 casos novos, o que representa uma taxa ajustada de incidência de 43,74 casos por 100.000 mulheres. O câncer de mama é a primeira causa de morte por câncer em mulheres no Brasil. A incidência e a mortalidade por esse motivo tendem a crescer progressivamente a partir dos 40 anos.

Segundo o Ministério da Saúde, o câncer de mama é um grupo heterogêneo de doenças, com comportamentos distintos. A heterogeneidade deste câncer pode ser observada pelas variadas manifestações clínicas e morfológicas, diferentes assinaturas genéticas e consequentes diferenças nas respostas terapêuticas.

Outubro Rosa: médica explica sobre o câncer de mama e a importância do diagnóstico precoce

Sintomas

O sintoma mais comum da doença é o aparecimento de nódulo, geralmente indolor, duro e irregular, mas há tumores que são de consistência branda, globosos e bem definidos.

Outros sinais de câncer de mama são edema cutâneo semelhante à casca de laranja; retração cutânea; dor, inversão do mamilo, hiperemia, descamação ou ulceração do mamilo; e secreção papilar, especialmente quando é unilateral e espontânea. A secreção associada ao câncer geralmente é transparente, podendo ser rosada ou avermelhada, devido à presença de glóbulos vermelhos. Podem também surgir linfonodos palpáveis na axila.

Prevenção

O mastologista e presidente da Comissão Especializada em Mastologia da Federação Brasileira de Ginecologia Obstetrícia, Felipe Zerwes, explica que alguns hábitos saudáveis diminuem comprovadamente a possibilidade de uma mulher ter câncer de mama.

“Dentre as formas de prevenção para o câncer de mama, nós podemos destacar o que a gente chama de prevenção primária que é tentar diminuir os fatores de risco para a doença através de hábitos saudáveis, por exemplo, alimentação saudável, atividade física regular, cessação de tabagismo e diminuição de ingestão alcoólica”, completa.

O mastologista também diz que existe uma outra forma de cuidado, chamada prevenção secundária. Acontece quando a doença é detectada em uma fase mais inicial, ou seja, antes de se tornar sintomática.

Em coletiva à imprensa para a divulgação das ações do Outubro Rosa nesta quarta-feira (19), o Ministro da Saúde Marcelo Queiroga destacou a prioridade da pasta para essa questão.

“Nós alocamos todos os anos mais de 2,6 bilhões de reais para o enfrentamento ao câncer. Esses recursos são despendidos principalmente na atenção especializada à saúde”, completa o ministro.

A organização não governamental (ONG) Mulher Consciente produziu “Um guia prático para o cuidado de todas as mulheres”, disponível no site mulherconsciente.com.br. O guia contém informações sobre fatores de risco, sintomas, diagnóstico, tratamento, entre outros, sobre o câncer de mama.

Fonte: Brasil 61

Veja quais lotes de chocolate Garoto podem ter vidro e não podem ser consumidos

Dois lotes de chocolate da Garoto tiveram a venda suspensa pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nesta terça-feira (18) por suspeita de que contenham fragmentos de vidro. Os consumidores que já tiverem adquirido os produtos são orientados a não consumi-los e a entrar em contato com a Garoto para troca ou reembolso. Confira os dois lotes afetados:

  • Lote 225212941G: chocolate ao leite com Castanhas de Caju, marca Garoto, tablete 80g, validade 09/09/2023;
  • Lote 225312941G: chocolate ao leite com Castanhas de Caju e Uvas Passas, marca Garoto, tablete 80g, validade 09/09/2023.

Para identificar o lote, cheque o verso do rótulo, próximo ao lacre. Se vir os códigos de lote 225212941G ou 225312941G, não consuma o produto. A Anvisa ainda orienta que, nesse caso, o consumidor guarde a embalagem e entre em contato com o Serviço ao Consumidor Garoto, pelo telefone 0800 055 95 50, de segunda a sexta, das 8h00 às 18h00, exceto feriados, ou pelo e-mail sacgaroto@garoto.com.br, para troca ou reembolso.

No documento enviado à Anvisa, a Garoto informou que o procedimento de recolhimento foi iniciado após a constatação de uma avaria em um dos equipamentos de produção da fábrica. A marca acrescentou que os pequenos fragmentos de vidro encontrados em produtos dos lotes mencionados podem causar lesões na boca ou mucosas.

De acordo com a Garoto, há possibilidade de contaminação apenas nos dois lotes mencionados e não há restrição de consumo dos demais produtos da marca. A empresa ainda afirmou que a maior parte dos lotes afetados não foi comercializada, porém alguns produtos foram distribuídos em Vila Velha (ES) e em Santa Catarina.

 

FONTE: O TEMPO

MPF abre investigação sobre norma do CFM para o canabidiol

O Ministério Público Federal (MPF) instaurou procedimento preparatório, nesta segunda-feira (17), para apurar a legalidade de uma resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) que estabeleceu novas regras para a prescrição de medicamentos à base do canabidiol, um derivado da Cannabis, a planta da maconha.

O documento da entidade médica, publicado na semana passada, autoriza o uso do canabidiol apenas para o tratamento de epilepsias da criança e do adolescente refratárias (que não respondem) às terapias convencionais na Síndrome de Dravet e Lennox-Gastaut e no Complexo de Esclerose Tuberosa.

De acordo com o procurador da República Ailton Benedito de Souza, responsável pelo procedimento, a investigação vai apurar se há compatibilidade entre a resolução do CFM com o direito social à saúde, nos termos da Constituição Federal, e outros regulamentos oficiais, como os da própria Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que em 2019 autorizou a fabricação e a importação de produtos com Cannabis para fins medicinais.

Como primeiras providências, o MPF requisitou à Anvisa documentos que mostrem as evidências científicas que sustentam as atuais autorizações para uso medicinal da Cannabis no Brasil. O procurador da República também requisitou ao CFM documentos que demonstrem as evidências científicas que sustentam a nova resolução da entidade. Também foi requisitado ao Ministério da Saúde informações sobre as repercussões administrativas, financeiras e técnicas no Sistema Único de Saúde (SUS) das resoluções da Anvisa e do CFM. O prazo para as respostas é de 15 dias.

De acordo com dados da própria Anvisa, estima-se que mais de 100 mil pacientes façam algum tipo de tratamento usando Cannabis. Além disso, mais de 66 mil medicamentos à base de Cannabis foram importados em 2021. Cerca de 50 países já regulamentaram o uso medicinal e industrial da Cannabis e do Cânhamo.

A medida do CFM tem validade de 3 anos e é a primeira orientação do órgão desde 2014. A resolução proíbe os médicos de prescreverem Cannabis in natura para uso medicinal, bem como quaisquer outros derivados que não o canabidiol. Fica vedada a prescrição de canabidiol para indicação terapêutica diversa da prevista na resolução, com exceção de estudos clínicos previamente autorizados pelo sistema formado pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa e Conselhos de Ética em Pesquisa (CEP/Conep). Também fica proibido ao médico ministrar palestras e cursos sobre uso do canabidiol, ou produtos derivados da Cannabis, fora do ambiente científico, bem como fazer sua divulgação publicitária. Médicos que não observarem as determinações da resolução estarão sujeitos a responder processos no CFM que, no limite, podem levar à cassação do registro e o direito de exercer a profissão no país.

Ainda de acordo com o CFM, a nova resolução foi elaborada após revisões científicas sobre as aplicações terapêuticas e a segurança do uso do canabidiol. “O trabalho considerou publicações feitas de dezembro de 2020 a agosto de 2022. Também foram colhidas mais de 300 contribuições por meio de consulta pública aberta para médicos de todo o país”, argumentou a entidade.

Reação

Na próxima sexta-feira (21), pacientes que usam a Cannabis medicinal farão um protesto silencioso na sede do CFM contra a resolução. Segundo a Associação Pan-Americana de Medicina Canabinoide, as supostas evidências científicas listadas pelo CFM na norma se restringiram a estudos publicados há mais de 8 anos e não atualizou os achados da academia mais recentes, citando a PubMed, uma das maiores bases de dados da biomedicina do mundo.

“Atualmente, há quase 30 mil pesquisas sobre o uso medicinal da Cannabis só na PubMed, sem mencionar outras bases de dados científicos. No site é possível verificar que entre 2018 e 2022, foram produzidos cerca de 10 mil artigos científicos sobre o uso medicinal da Cannabis. Mas ao que tudo indica, as pesquisas que embasam a regulamentação da Cannabis em mais de 50 países ainda são desconhecidas pelos conselheiros do CFM”, diz a nota de pacientes e representantes de entidades da sociedade civil.

 

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

Ministro faz novo apelo para vacinação de crianças contra a pólio

Ainda distante da meta de vacinar 95% das crianças menores de 5 anos de idade – cerca de 11,5 milhões – contra a poliomielite no país, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, fez hoje (17) um novo apelo para que os pais ou responsáveis levem suas crianças às salas de vacinação. Nesta segunda-feira é comemorado o Dia Nacional da Vacina.  

Até o momento, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde, a campanha imunizou 65,6% do público-alvo, cerca de 7,6 milhões de crianças. Apenas a Paraíba, com 95,09% das crianças imunizadas, atingiu a meta nacional. No Amapá, a imunização está em 90,8%, segundo a pasta.

“Desde o dia 7 de agosto, temos feito um apelo à nação brasileira para que levem suas crianças com menos de 5 anos para completar o esquema vacinal da pólio e a meta é de 95% de cobertura vacinal, das cerca de 15 milhões de crianças que são aptas a receber essas vacinas”, ressaltou o ministro.

Alerta

O Brasil não registra casos de paralisia infantil desde 1989, mas com a queda das taxas de vacinação desde 2015, diversos órgãos ligados à saúde alertam para o risco de retorno da doença.

A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), agência ligada à Organização das Nações Unidas (ONU), advertiu em setembro que esse risco é muito alto. “Precisamos vacinar a população, principalmente nossas crianças. É inaceitável que, em pleno século 21, nós tenhamos sofrimento das nossas crianças por doenças que já estão erradicadas há muito tempo”, acrescentou Queiroga.

De acordo com o Ministério da Saúde, a meta de cobertura vacinal contra a poliomielite em crianças menores de 1 ano não é atingida desde 2017.

Ao listar esforços das secretarias de saúde de muitos estados que ainda não atingiram a meta, como atendimento em horários ampliado e aos finais de semana, Marcelo Queiroga também destacou que a baixa adesão tem ocorrido no mundo todo e que o comportamento não é uma exclusividade do Brasil. Queiroga ressaltou ainda que as vacinas do calendário nacional seguem disponíveis nos 38 mil postos de saúde do Brasil.

Poliomielite

A poliomielite ou pólio é uma doença contagiosa aguda causada por um vírus que vive no intestino, chamado poliovírus, que pode infectar crianças e adultos por meio do contato direto com fezes ou com secreções eliminadas pela boca das pessoas infectadas. Nos casos mais graves da doença, também chamada de paralisia infantil, ela provoca o comprometimento do sistema nervoso, levando à paralisia de membros e alterações nos movimentos e pode até ser fatal.

Covid-19

O Ministério da Saúde adiantou que a vacina contra covid-19 da Pfizer – liberada para crianças de seis meses a menores de quatro anos – deve chegar ao Brasil na próxima semana.

“Nós estamos nas tratativas finais com relação à chegada das vacinas e a expectativa é de que elas já estejam no país em meados da próxima semana, na quarta-feira (26). Esse foi último dado que recebemos da própria empresa”, afirmou o secretário-executivo do ministério, Bruno Dalcolmo, sem especificar quantidade.

 

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

Anvisa amplia prazos de validade de vacina contra Covid-19

A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a validade de 15 meses para os lotes da vacina Comirnaty (Pfizer/Wyeth) contra a Covid-19. O objetivo, segundo a Anvisa, é acelerar a oferta de vacinas para a população brasileira. A medida, publicada nessa segunda (10), vale para as doses já importadas e distribuídas pelo Ministério da Saúde (MS) com prazo de validade de 9 ou 12 meses impresso na embalagem da vacina, na apresentação adulto (tampa roxa). A nova validade também será aplicada para as próximas doses que forem importadas com essas mesmas características. Já o prazo de validade de 12 meses da vacina Comirnaty pediátrica, nas apresentações com tampa laranja e vinho, não foi alterado.

Setembro foi o segundo mês do ano com os menores registros semanais de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), desde o começo da pandemia. É o que mostra o novo boletim InfoGripe, publicado pela Fiocruz (10). De acordo com o informativo, nas últimas quatro semanas epidemiológicas, 21,4% dos casos de resultado positivo para vírus respiratórios foram de influenza A, 1,2% de influenza B, 11,2% de vírus sincicial respiratório e 41,6 % de SARS-CoV-2, o vírus causador da Covid-19.

O boletim observa o aumento da incidência do vírus influenza A na Bahia, no Goiás, em Minas Gerais, em São Paulo e no Distrito Federal. Já com relação à Covid-19, o número de casos também está em queda. Segundo dados do MS, houve uma redução de 19% na média móvel da primeira semana de outubro, em relação à quinzena anterior.

Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, mais de 78% da população já se vacinou com as duas doses ou dose única da vacina. Um estudo feito pela Fiocruz, em parceria com o Instituto de Saúde Global de Barcelona, aponta que pessoas que tomaram duas doses da CoronaVac e um reforço de vacina diferente ganharam proteção consideravelmente maior que os indivíduos que receberam três doses da mesma vacina.

Para o médico e consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia, Marcelo Daher, a estratégia de usar diferentes imunizantes funciona bem não apenas para a Covid-19, mas também para outras doenças.
“É muito importante a estratégia de misture-combine e ela está sendo usada hoje para várias vacinas, inclusive tentativa de vacina contra o HIV, vacina para Hepatite C, com essa estratégia de você utilizar vários componente antigênicos, então vacinas diferentes, para que isso fosse induzindo a produção de anticorpos para determinada doença. De maneira mais robusta, então a produção de anticorpos é mais robusta quando eu utilizo vacinas diferentes.”

A efetividade do reforço foi avaliada no estudo, em vacina de vírus inativado, que é o caso da CoronaVac, e no imunizante de RNA mensageiro, como é feita a vacina da Pfizer. A pesquisa concluiu que quem tomou as duas primeiras doses e o reforço de CoronaVac não ficou mais protegido do que já estava contra a forma sintomática da doença. Quem apresentou quadros graves de Covid-19 teve uma proteção moderada, de 74%. Além disso, essa proteção pareceu diminuir nos quatro meses seguintes.

Já quem recebeu o primeiro ciclo de CoronaVac e reforço da Pfizer ficou mais protegido. A efetividade atingiu 56,8% contra a forma sintomática e a proteção contra a forma mais grave da doença chegou a 86%. A análise mostrou ainda que a proteção pareceu perdurar por pelo menos quatro meses.

Reportagem, Lívia Braz

Fonte: Brasil 61

Alérgico ao próprio orgasmo, homem tem sintomas gripais após ejacular

Um artigo publicado na edição de novembro da revista Urology Case Reports conta um caso inusitado: um homem de 27 anos dos Estados Unidos, que não teve o nome divulgado, foi diagnosticado com Síndrome da Doença Pós-Orgásmica (POIS), uma condição rara que causa sintomas semelhantes aos da gripe após a ejaculação. O caso foi registrado por pesquisadores da Universidade de Oakland.

O rapaz procurou atendimento após passar quase dez anos tendo o que ele entendia como crises alérgicas. O problema começou por volta dos 18 anos, com tosse, coriza, espirros, erupções cutâneas nos braços e inchaço das glândulas linfáticas em seu rosto e pescoço sempre que tinha um orgasmo. Ele contou se abster de relações sexuais e relacionamentos para evitar o incômodo.

A Síndrome da Doença Pós-Orgásmica pode causar sintomas como fraqueza muscular, fadiga, tosse, febre, congestão nasal, coriza, espirros e coceira nos olhos, além de problemas de concentração e memória entre dois dias e uma semana após a ejaculação.

Estudos anteriores sugerem que a reação é uma resposta alérgica ou autoimune do organismo ao próprio esperma. Ela pode ser desencadeada após uma infecção ou lesão nos testículos. Quando isso ocorre, uma quantidade microscópica de esperma pode vazar na corrente sanguínea, provocando uma resposta imunológica semelhante ao que ocorre quando um vírus ou bactéria estranha invadem o corpo.

O pesquisador e autor do estudo, Andrew Shanholtzer, explica no artigo que as células de Sertoli nutrem e cercam os espermatozoides, os mantendo isolados das células imunes. Quando elas são danificadas, o esperma é exposto ao sistema imunológico pela primeira vez e causa o ataque.

O paciente passou por urologistas e até mesmo especialistas em ouvido atrás de um diagnóstico. Ele fez exames de imagem dos testículos e coletou amostras de sêmen e hormônios analisados em laboratório, todos com resultados normais. De acordo com os médicos, depois do diagnóstico, houve redução de 90% dos sintomas com a administração de um anti-histamínico de ação prolongada.

Embora a síndrome seja considerada rara, os médicos acreditam que existam muitos casos subnotificados porque os pacientes não procuram por ajuda.

 

Por.: Metrópoles 

Alunos recebem bolinhos mofados e leite com larvas no RJ

A Comissão de Educação da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) recebeu denúncias sobre alimentos estragados que foram recebidos pela Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec) para serem distribuídos aos alunos como merenda.

De acordo com as informações do G1, a unidade de Bacaxá, em Saquarema, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro recebeu bolinhos mofados. Na Escola Técnica Estadual Henrique Lage, de Niterói, foram encontradas caixas de leite fermentado com larvas.

Na última sexta-feira (7/10), o presidente da comissão na Alerj, o deputado Flávio Serafini (Psol), enviou um ofício ao presidente da Faetec, Iranildo Campos. O documento solicitava que fossem tomadas “as medidas necessárias para o fornecimento dos alimentos em condições de consumo, e para a fiscalização da empresa responsável pelo fornecimento”.

A instituição diz que notificou a distribuidora e solicitou reposição dos produtos. “Vale informar que os produtos estavam dentro da validade, em lote registrado e sem qualquer avaria ou violação na embalagem, não sendo possível identificar o problema com antecedência. Ressaltamos ainda que o leite fermentado ocorreu em apenas uma unidade”, afirmou.

 

FONTE: METRÓPOLES

Brasil recebe o primeiro lote de vacinas contra a varíola dos macacos

Já está no Brasil o primeiro lote importado de vacinas contra a Monkeypox, doença que é mais conhecida como varíola dos macacos. Segundo o Ministério da Saúde, a remessa de 9,8 mil doses desembarcou nesta terça-feira (4) no Aeroporto de Guarulhos (SP).

Cerca de 50 mil doses já foram compradas via fundo rotatório da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). Os próximos lotes estão previstos para serem entregues até o fim de 2022.

De acordo com o ministério, os imunizantes serão utilizados para a realização de estudos, conforme recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). “É importante ressaltar que as vacinas são seguras e atualmente são utilizadas contra a varíola humana ou varíola comum. Por isso, o estudo pretende gerar evidências sobre efetividade, imunogenicidade e segurança da vacina contra a varíola dos macacos e, assim, orientar a decisão dos gestores”, informou a pasta.

A coordenação da pesquisa ficará a cargo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) com o apoio da OMS e financiamento do ministério. O estudo foi discutido pela pasta, em conjunto com a Opas, pesquisadores e especialistas da área.

“O objetivo é avaliar a efetividade da vacina Jynneos/MVA-BN contra a varíola dos macacos na população brasileira, ou seja, se a vacina reduz a incidência da doença e a progressão à doença grave. A população-alvo do estudo será formada por pessoas mais afetadas e com maior risco para a doença”, detalhou o ministério ao informar que inicialmente os grupos a serem vacinados serão de pessoas que tiveram contato prolongado com doentes diagnosticados ou em tratamento com antirretroviral para HIV.

Ainda segundo o ministério, em breve serão divulgados quais centros de pesquisa serão incluídos “considerando as cidades com elevados números de casos confirmados da doença e a infraestrutura disponível para a condução do estudo”.

 

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

Pará investiga possível caso de poliomielite em criança de 3 anos

A secretaria de saúde do Pará investiga um caso suspeito de poliomielite em uma criança de 3 anos. Caso seja confirmado, será a primeira vez em 33 anos que um caso de paralisia infantil é identificado no Brasil. A doença está erradicada no país desde 1989.

O vírus foi identificado em testes feitos com as fezes da criança, que compareceu a uma unidade de saúde apresentando dor de cabeça, febre, dores musculares e redução motora nas pernas, sintomas compatíveis com a poliomielite.

O menino, residente do município de Santo Antônio do Tauá, apresentou os primeiros sintomas em 21 de agosto, 24 horas após ter sido vacinado com a tríplice viral e a VOP (vacina oral poliomielite), segundo informa o comunicado de risco emitido pelo estado. A mãe procurou atendimento médico em 12 de setembro, quando a criança já não ficava mais em pé.

De acordo com as informações do comunicado, a criança estava com a carteira de vacinação incompleta, sem o registro das doses da VIP (vacina inativada poliomielite), que pelo protocolo do Ministério da Saúde, deve ser aplicada antes da VOP (vacina oral poliomielite).

Desde 2016 as crianças recebem as três doses da vacina VIP (vacina inativada poliomielite) no primeiro ano de vida. Nos reforços anuais e na campanha, é aplicada a VOP.

“Ao analisar a carteira, a criança possuía duas doses de VOP, o que está em desacordo com as normas do PNI”, informa o comunicado de risco.

As vacinas de vírus atenuados são consideradas seguras e reações leves são previstas na aprovação dos imunizantes. O tipo de vírus detectado no exame corresponde a um dos componentes da vacina, não se tratando do póliovírus selvagem, já erradicado no país desde 1994.

A secretaria de saúde ainda não fechou o diagnóstico da criança e outras hipóteses não estão descartadas, como a síndrome de Guillain-Barré, por isso o caso segue em investigação.

 

FONTE: METRÓPOLES