Categoria: Saúde

Pernambuco amplia vacinação com pfizer baby e anuncia 5ª dose para maiores de 80 anos

Diante da baixa procura de pais e responsáveis para vacinar as crianças de 6 meses a menores de 2 anos com comorbidades contra a covid-19, a Secretaria Estadual de Saúde autoriza a partir de agora a ampliação da imunização com a Pfizer-baby para bebês de 6 a 11 meses de idade sem comorbidades.

A definição foi discutida e aprovada pelos membros do comitê técnico estadual de acompanhamento da vacinação em reunião na tarde de quinta-feira(17). Pernambuco tem atualmente 64 mil crianças nessa faixa etária e o avanço na vacinação vai ocorrer de acordo com a realidade de cada município.

A Secretaria Estadual de Saúde aplicará uma 5ª dose que é a 3ª dose de reforço da vacina contra covid-19 nas pessoas com 80 anos ou mais. A decisão foi tomada em conjunto com gestores municipais nesta segunda-feira(21). A estimativa aponta que em Pernambuco 264 mil pessoas estejam nesta faixa etária

Outras informações no endereço eletrônico portal.saude.pe.gov.br

Anvisa aprova venda de Paxlovid para tratar covid-19

A venda do Paxlovid (nirmatrelvir + ritonavir), utilizado no tratamento da covid-19, para farmácias e hospitais particulares do país foi aprovada, hoje (21), em Brasília, por unanimidade, pela diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária ( Anvisa).

A decisão “levou em consideração a venda do medicamento ao mercado privado em outros países com autoridades internacionais de referência, como Estados Unidos e Canadá”, informou a Anvisa, em nota. O texto acrescenta que “a medida também considerou o cenário epidemiológico atual, com a circulação das novas subvariantes da Ômicron e o aumento de casos da doença no país”.

A agência autoriza o fornecimento do medicamento para o mercado privado, com a rotulagem e bula em português de Portugal e em espanhol.  A agência também aprovou a ampliação da validade do medicamento de 12 meses para 18 meses.

A venda em farmácias deve ser feita sob prescrição médica, com dispensa e orientação pelo farmacêutico ao paciente sobre o uso correto do medicamento. A autorização da Anvisa prevê ainda que o fabricante deve manter e priorizar o abastecimento para o programa do Sistema Único de Saúde (SUS).

Segundo a diretora relatora, Meiruze Freitas, a venda no mercado privado irá aumentar a facilidade de acesso ao tratamento da Covid-19, visto que o remédio deve ser tomado dentro de cinco dias após o início dos sintomas da doença.

“O diagnóstico precoce e o tratamento ambulatorial, quando necessários, são importantes para evitar a progressão da doença para casos graves”, afirmou a diretora. Ela reiterou que o tratamento não substitui a vacinação, que “continua sendo a melhor estratégia para evitar a Covid-19, as hospitalizações e os óbitos”, acrescentou Meiruze.

Sobre o remédio

O Paxlovid, usado no tratamento da covid-19, teve seu uso emergencial aprovado no Brasil em 30 de março deste ano. Composto por comprimidos de nirmatrelvir e ritonavir embalados e administrados juntos, o medicamento é indicado para o tratamento da doença em adultos que não requerem oxigênio suplementar e que apresentam risco aumentado de progressão para covid-19 grave. O medicamento é de uso adulto, com venda sob prescrição médica.

Como usar

O Paxlovid é composto por comprimidos de nirmatrelvir e ritonavir embalados juntos, que também devem ser administrados juntos. A posologia recomendada é de 300 mg de nirmatrelvir (dois comprimidos de 150 mg) com 100 mg de ritonavir (um comprimido de 100 mg), todos tomados juntos por via oral, duas vezes ao dia, durante cinco dias. O medicamento deve ser administrado, assim que possível, após o resultado positivo do teste diagnóstico para o Sars-CoV-2 e avaliação médica, e no prazo de cinco dias após o início dos sintomas.

Orientação

O medicamento deve ser dispensado exclusivamente pelo farmacêutico, que deve informar ao usuário que o remédio é de uso individual e exclusivo ao paciente que passou por avaliação médica e que recebeu a prescrição.

Portanto, o Paxlovid não deve ser usado por pessoas sem a devida avaliação médica. Cumpre ao farmacêutico também proceder as demais orientações quanto à posologia, ao modo de uso e interações, ou seja, informações quanto ao uso correto do medicamento.

Restrições

Segundo a Anvisa, o Paxlovid não está autorizado para tratamento de pacientes que requerem hospitalização devido a manifestações graves ou críticas da Covid-19. Também não está autorizado para profilaxia pré ou pós-exposição para prevenção da infecção pelo novo coronavírus.  O remédio não está autorizado para uso por mais de cinco dias.

Além disso, como não há dados do uso do Paxlovid em mulheres grávidas, recomenda-se que seja evitada a gravidez durante o tratamento com o medicamento e, como medida preventiva, até sete dias após o término do tratamento. O Paxlovid não é recomendado para pacientes com insuficiência renal grave ou com falha renal, uma vez que a dose para essa população ainda não foi estabelecida.

Fonte: Agência Brasil

IFSertão Salgueiro promove III Encontro de enfermagem e serviço social com tema sobre pacientes ostomizados

O campus Salgueiro do IF Sertão-PE realizará, no dia 25 de novembro, o III Encontro de enfermagem e serviço social com o tema: Políticas públicas na atenção à saúde e educação dos pacientes ostomizados.

O encontro é online e gratuito. Para participar basta se inscrever no IF Eventos, neste link.

Na programação haverá palestra sobre os direitos dos pacientes ostomizados, atuação dos profissionais da saúde com esses pacientes, dentre outras informações.

Confira a programação completa:

Covid-19: Sertânia vai vacinar bebês a partir de 6 meses com comorbidades

A Prefeitura de Sertânia inicia nesta sexta-feira (18/11) a vacinação contra a Covid-19 em crianças de seis meses a menores de três anos (dois anos, 11 meses e 29 dias) com COMORBIDADES. A aplicação das vacinas ocorrerá na tenda ao lado do Centro de Saúde da Mulher e da Criança, das 8h às 12h e das 14h às 17h. O imunizante aplicado será o da Pfizer (Pfizer Baby), aprovado pela Anvisa.

As crianças devem estar acompanhadas pelos pais ou responsáveis. É preciso apresentar documento de identificação e laudo ou declaração, comprovando que a criança possui uma das comorbidades listadas pelo Ministério da Saúde. O esquema vacinal será de três doses, sendo as duas primeiras com um intervalo de três semanas e a terceira dose com pelo menos oito semanas após a segunda.

Confira abaixo a lista de comorbidades indicadas pela nota técnica do Ministério da Saúde:

  • Diabete Mellitus;
  • Pneumopatias crônicas graves;
  • Hipertensão arterial estágio 3;
  • Hipertensão arterial estágios 1 e 2 com lesão em órgão alvo;
  • Insuficiência cardíaca;
  • Cor-pulmornale e Hipertensão pulmonar;
  • Cardiopatia hipertensiva;
  • Síndromes coronarianas;
  • Valvopatias;
  • Miocardiopatias e Pericardiopatias;
  • Doença da Aorta, dos Grandes Vasos e Fístulas Arteriovenosas;
  • Arritmia cardíaca;
  • Cardiopatias congênitas;
  • Próteses valvares e dispositivos cardíacos implantados;
  • Doenças neurológicas crônicas;
  • Doença renal crônica;
  • Imonocomprometidos;
  • Hemonoglobinopatias graves;
  • Obesidade mórbida;
  • Sindrome de down;
  • Cirrose hepática.

A vacina contra a Covid-19 pode ser administrada simultaneamente com as demais vacinas do Calendário Nacional de Vacinação para esse público.

Instituto recruta voluntários para teste de vacina contra chikungunya

O Instituto de Infectologia Emílio Ribas, na capital paulista, esta recrutando voluntários adolescentes, de 12 a 17 anos de idade, para participar dos testes da primeira vacina contra a chikungunya. O imunizante já se provou seguro e eficiente em pesquisa realizada nos Estados Unidos com 4.115 adultos, e agora está em fase final de aprovação no órgão regulador norte-americano.

No Brasil, o estudo, encabeçado pelo Instituto Butantan, está recrutando 750 adolescentes em dez centros de pesquisa. No estado de São Paulo, o Instituto de Infectologia Emílio Ribas é o responsável pelos testes, que já começaram a ser feitos em uma parcela dos adolescentes participantes, no início do ano.

“A vacina é segura, e é uma dose única. Ela é muito importante porque ela combate uma doença que pode ter manifestações sistêmicas, como febre, muita dor no corpo, dor nas juntas, e casos mais graves, no caso de encefalite e até óbito. A vacina se mostrou segura nos adultos e, até o momento, nos adolescentes vacinados no Brasil, tem se mostrado segura”, disse a infectologista e pesquisadora do Instituto de Infectologia Emílio Ribas Ana Paula Veiga, coordenadora principal dos testes em São Paulo.

“Nós temos bastante experiência, fizemos parte do estudo da vacina CoronaVac, junto ao Butantan, tivemos vários voluntários, então é uma equipe bastante experiente em relação à pesquisa clínica, que vai dar suporte para o voluntário e para sua família”, disse a infectologista.

Para fazer parte da pesquisa, o interessado deverá fazer o cadastro no formulário do instituto ou entrar em contato com o Centro de Pesquisa pelo número 11 9 1026 6996 (Whatsapp) ou 11 3896 1302 (telefone). Outras informações sobre a vacina estão disponíveis no site do estudo do Butatnan.

Para participar dos testes é obrigatória a autorização dos pais ou responsáveis. Na primeira visita presencial, tanto o adolescente quanto os acompanhantes adultos terão que assinar um termo de consentimento. O documento traz todas as regras do estudo. Nesta primeira etapa, também são feitas consultas médicas e exames laboratoriais para se constatar que o voluntário está apto a participar do estudo.

Nas etapas seguintes, o voluntário receberá a dose da vacina, que pode ser de imunizante ou de placebo. O jovem, então, passará a ser monitorado pela equipe multidisciplinar da Unidade de Pesquisa especialmente por meio de visitas presenciais à unidade e por conversas pelo whatsapp. Um médico do estudo estará disponível 24 horas por dia, por telefone, para tirar dúvidas ou apoiar com atendimentos de qualquer eventual emergência. Caso o participante apresente algum evento adverso, ele poderá receber atendimento no Emílio Ribas.

Atualmente, não há vacinas disponíveis contra a chikungunya. A doença é causada por vírus transmitido por mosquitos, como Aedes aegypti, o mesmo que causa a dengue.

Fonte: Agência Brasil

Mais de 69 milhões não tomaram 1ª dose de reforço contra covid-19

Mais de 69 milhões de brasileiros ainda não voltaram aos postos para receber a primeira dose de reforço da vacina contra covid-19, segundo dados do Programa Nacional de Imunizações (PNI). De acordo com Ministério da Saúde, 32,8 milhões de pessoas poderiam ter recebido a segunda dose de reforço contra a doença, mas ainda não se vacinaram. Os imunizantes estão disponíveis em mais de 38 mil postos de vacinação em todo o país. 

Segundo a pasta, estudos mostram que a estratégia de reforçar o calendário vacinal contra o novo coronavírus aumenta em mais de cinco vezes a proteção contra casos graves e óbitos pela covid-19.

Doses de reforço

A primeira dose de reforço é recomendada para pessoas com mais de 12 anos de idade e deve ser aplicada quatro meses depois da segunda dose ou dose única. No momento, a segunda dose de reforço é recomendada para a população acima de 40 anos de idade e trabalhadores da saúde, independentemente da idade.

Imunizantes

As vacinas recomendadas para as doses de reforço são dos fabricantes Pfizer, AstraZeneca ou Janssen, que podem ser utilizadas para pessoas com 18 anos de idade ou mais. Para os adolescentes entre 12 e 17 anos, preferencialmente deve ser utilizada a vacina Pfizer. Caso não esteja disponível, pode ser utilizada a vacina CoronaVac na dose de reforço.

Para quem começou o esquema vacinal com a dose única da Janssen, a recomendação é diferente das demais, com três reforços para pessoas com idade igual ou maior que 40 anos e dois reforços para pessoas de 18 a 39 anos.

O primeiro reforço é aplicado dois meses após o início do ciclo; e os outros devem obedecer ao intervalo de quatro meses. A orientação é que também sejam utilizadas as vacinas AstraZeneca, Pfizer ou a própria Janssen para as doses de reforço.

 

Fonte: Agência Brasil

Pernambuco autoriza o início da vacinação contra covid-19 em crianças de 6 meses a 2 anos

Pernambuco autorizou, nesta quinta-feira (10), o início da vacinação contra Covid-19 em crianças de seis meses a dois anos. Agora, com a inclusão dessa faixa etária, cerca de 330 mil crianças estão aptas a receber as doses da vacina no Estado.

A estratégia de avanço na vacinação foi definida por representantes da Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) e gestores municipais.

Cerca de 47 mil doses do imunizante Pfizer Baby chegaram, também nesta quinta, e serão utilizadas neste novo grupo. A distribuição para os 184 municípios começa nesta sexta-feira (11). A dose é aplicada de forma injetável, na coxa da criança.

Para esse público, a imunização deverá ser administrada em três doses, sendo as duas primeiras com o intervalo de 21 dias, seguidas por uma terceira dose que deve ser administrada pelo menos 2 meses após a segunda dose.

Priorização para comorbidades

Embora o Comitê Técnico Nacional de Assessoramento em Imunização (Cetai) tenha indicado a vacinação de todas as crianças dessa faixa etária, o Ministério da Saúde recomendou a imunização apenas dos pequenos com comorbidades.

Entre as comorbidades elencadas pelo órgão federal para a vacinação estão: diabetes, hipertensão arterial e pulmonar, doenças cardiovasculares, doenças neurológicas crônicas, doença renal, imunocomprometidos, obesidade (IMC >40), síndrome de Down, hemoglobinopatias graves e cirrose hepática.

Cada gestão municipal deve informar aos moradores como a comprovação deve ser apresentada, como, por exemplo: cadastro em unidades de Atenção Básica, inserção em programas de acompanhamento, prescrições médicas ou relatórios médicos com o descritivo ou CID da doença.
Fonte: Folha de PE

Butantan entrega 1 milhão de doses de CoronaVac para crianças

Mais 1 milhão de doses de CoronaVac para vacinação de crianças e adolescentes serão entregues pelo Instituto Butantan para o governo federal. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (9) e o carregamento deve deixar a sede do instituto hoje (10) para o Centro de Distribuição do Ministério da Saúde, em Guarulhos.

A nova remessa do imunizante, produzido em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, é o segundo aditivo ao contrato para o fornecimento de 10 milhões de doses assinado em janeiro para o Programa Nacional de Imunizações (PNI).

É o segundo segundo aditivo ao contrato para o fornecimento de 10 milhões de doses, firmado entre o Butantan e o Programa Nacional de Imunizações (PNI) em janeiro deste ano. Em setembro, 1 milhão de doses já havia sido encaminhada ao programa. Um primeiro aditivo de 1 milhão de doses foi encaminhado em setembro.

A estimativa, de acordo com o Butantan, é que são necessárias cerca de 12 milhões de doses para vacinar todas as 6 milhões de crianças brasileiras de 3 a 5 anos com as duas doses do imunizante. Em 2022, pelo menos 900 crianças e adolescentes morreram em decorrência da covid-19 no país, aponta o instituto, a partir de dados do Ministério da Saúde.

O envio de mais doses ocorre em meio a uma nova onda de aumento de casos de covid-19 associada à chegada da variante BQ.1 do vírus SARS-CoV-2. O instituto alerta para o baixo índice vacinal entre crianças. “Somente uma a cada dez crianças de 3 a 4 anos estão com o esquema vacinal completo”, diz em nota.

De acordo com Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde da semana epidemiológica de 16 a 22 de outubro, 132 pessoas de zero a 19 anos morreram em decorrência de Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica (SIM-P) associada à covid-19, e 776 meninos e meninas da mesma faixa etária morreram em consequência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), também associada à doença.

Em janeiro deste ano, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a aplicação da CoronaVac, produzida em parceria com a chinesa Sinovac, para o público entre 6 a 17 anos. Em julho foi autorizada a extensão para 3 a 5 anos.

Fonte: Agência Brasil

Lixão Zero: programa já encerrou mais de 800 lixões em todo o País

Programa Lixão Zero já encerrou mais de 800 lixões em todo o Brasil, segundo dados do Ministério do Meio Ambiente (MMA). Dos 3.257 lixões existentes, 809 já foram fechados, o que representa 25% do total. Esses números indicam que os resíduos sólidos estão tendo a destinação correta.

De acordo com o MMA, o volume de lixo gerado pela população brasileira chega a aproximadamente 82 milhões de toneladas por ano. O que significa que cada brasileiro gera, em média, 1 kg de resíduo sólido urbano por dia.

Os recicláveis voltam para o ciclo produtivo; os orgânicos são aproveitados na geração de biogás e biofertilizantes por meio de compostagem e biodigestão. Há ainda uma parte dos resíduos que é destinada à geração de outros tipos de energias.

Como encerrar um lixão

Como medidas iniciais para o encerramento dos lixões, o município realiza o cercamento da área, a drenagem superficial e a cobertura com vegetação apropriada. Assim, é possível evitar novos aportes de resíduos no local. Após o fechamento, é necessário um planejamento para recuperação da área contaminada.

Lixão zero

O programa contribui para a melhoria da gestão dos resíduos sólidos urbanos, por meio do fortalecimento de sua gestão integrada. A iniciativa prevê ainda ações para minimizar os impactos ambientais decorrentes da influência que os resíduos sólidos urbanos exercem sobre os recursos naturais. Além disso, visa ainda realizar mudanças necessárias para a devida destinação, garantindo assim, a qualidade ambiental e a saúde da população.

A responsabilidade pela gestão dos lixões é das prefeituras. No entanto, é organizado um arranjo regional em conjunto com os estados, municípios e consórcios públicos, que possibilitam ganhos em escala, redução de custos, compartilhamento de recursos humanos e materiais, a fim de propiciar mais ganhos com maior agilidade.

Recicla+ -> como parte do projeto de encerramento dos lixões e do incentivo à reciclagem no País, foi instituído o certificado de crédito de reciclagem Recicla+, que oferece uma renda extra para os agentes que trabalham com o reaproveitamento, cooperativas, catadores e empresas. O programa foi lançado em abril de 2022 e, até o momento, já permitiu a certificação de mais de 40 mil toneladas de recicláveis e a geração de mais de R$ 5 milhões em créditos. Para mais informações acesse a página temática no site do Ministério do Meio Ambiente clicando aqui.

Equipe de Lula quer iniciar governo com ‘super campanha de vacinação’

A equipe do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) trabalha para iniciar o próximo ano com uma super campanha de vacinação, batizada, até o momento, de “Dia V da Vacinação”. A melhora dos índices de cobertura vacinal está entre as prioridades da equipe da Saúde logo para a largada da gestão e tentará recuperar, principalmente, a prevenção de doenças como a poliomielite.

Ainda não há detalhes de quando poderá ser feito este “Dia V da Vacinação”, depende do detalhe do diagnóstico que será feito pela equipe de Lula. Para colocar o plano em prática, o grupo trabalhará em um mapeamento do atual cenário ao longo dos 45 dias úteis que terão para realizar a transição. A expectativa é de que haja boa vontade do atual ministro Marcelo Queiroga para o fornecimento dos dados.

A avaliação de interlocutores próximos a Lula é de que o cenário na pasta é de “terra arrasada”. O governo Bolsonaro foi marcado pela negação da eficácia dos imunizantes e pela negligência na cobertura vacinal. Atualmente, a cobertura vacinal contra poliomielite é de 72, 57% das crianças da faixa etária elegível, segundo dados do Ministério da Saúde. O percentual é bem abaixo da meta estabelecida pela própria pasta, que é de 95%.

O Brasil sempre foi referência mundial na eficiência das campanhas de vacinação e nas altas taxas de aplicação de imunizantes. A visão do núcleo de saúde da equipe de Lula é que é preciso reverter o dano causado pelo presidente Jair Bolsonaro em em relação à credibilidade das vacinas e fazer com que os responsáveis levem seus filhos aos postos de saúde. Uma das apostas é investir na comunicação e no esclarecimento sobre o assunto, envolvendo, por exemplo, o combate a fake news. Discute-se, também, o retorno de medidas de gestões passadas de Lula, como a obrigatoriedade de uma carteira de vacinação completa para ter direito ao Bolsa Família.

Entre os nomes que devem colaborar com a transição na área estão os ex-ministros Humberto Costa e Arthur Chioro. Além da questão da vacina, a equipe cita a necessidade de um diagnóstico para executar o quanto antes ações relacionadas à Covid-19, como o aumento da cobertura vacinal entre as crianças e um mutirão para suprir as demandas que ficaram reprimidas no Sistema Único de Saúde (SUS) durante a pandemia, como a fila de cirurgias eletivas e exames.

HEMOPE TEM PROGRAMAÇÃO ESPECIAL EM HOMENAGEM AO DOADOR DE SANGUE

Para comemorar o Dia Nacional do Doador de Sangue e os 45 anos do Hemocentro de Pernambuco, o Hemope tem programação especial durante todo este mês de novembro. Começando nesta terça-feira (08) no Recife com entrega de certificados para 12 doadores que representarão mas de 900 homenageados.

Já nos dias 16, 17 e 19 o Hemope irá promover cursos de formação e agentes multiplicadores. Outras informações podem ser obtidas no site hemope.pe.gov.br .

UPAE Salgueiro realiza ação da Campanha Outubro Rosa

Mundialmente, o mês de outubro é marcado por ações voltadas ao câncer de mama. Um dos principais objetivos da Campanha é compartilhar informações e promover a conscientização sobre a doença, proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento e contribuir para a redução da mortalidade por esse câncer, que é o mais incidente em mulheres em todo o mundo.

Nesse contexto, a UPAE Salgueiro promoveu, na última sexta-feira (21), um momento informativo para os seus colaboradores. Na ocasião, a equipe multidisciplinar de Saúde orientou as mulheres na execução do autoexame e apontou os sinais de alerta que merecem procura médica imediata.

A ação foi finalizada com entrega de lembrancinhas com mensagens de autocuidado.

Para a população em geral, vale lembrar que a Unidade realiza exames de mamografia através do SUS mediante marcação, além de consulta com mastologista. As mulheres que desejarem ter acesso aos serviços devem primeiro dirigir-se à sua Unidade Básica de Saúde. Havendo necessidade de encaminhamento para a especialidade médica, a Central de Regulação marcará o atendimento na UPAE.

Saúde bucal: os cuidados devem começar ainda na gravidez

Além de ter papel fundamental na mastigação e respiração, a boca é a maior cavidade do corpo a ter contato direto com o meio ambiente,. Por  isso, é a porta de entrada para bactérias e outros microrganismos que podem ser prejudiciais à saúde. Para garantir a prevenção da  saúde bucal, os cuidados devem começar ainda durante a gestação dos bebês, como explica a especialista em odontopediatria e ortodontia, Mara Cristina Mourão Marques.

“É o que a gente chama hoje em dia de pré-natal odontológico. Durante a gestação a gente vai orientar a mãe  sobre todos os cuidados, fazer o tratamento dela e a partir daí, já orienta os cuidados que ela deverá ter com o bebezinho. A consulta do bebê deve ser feita até antes da erupção dos primeiros dentinhos”, explica a dentista.

A orientação de limpeza já começa a valer desde o nascimento do bebê. Antes mesmo dos dentes erupcionarem, a boca precisa ser limpa. Para os bebês que só mamam no peito, basta uma limpeza com os dedos, na hora do banho, por exemplo. Já os que tomam leite artificial, precisam de uma limpeza mais cuidadosa. Usando uma fraldinha macia molhada com água filtrada, de 2 a 3 vezes ao dia, como orienta a dentista.

Com o nascimento dos dentes os cuidados precisam ser ainda maiores. Inicialmente, a escovação deve ser feita com dedeira de silicone, mais macia. Depois dos doze meses a escova é a mais indicada. E tem modelos específicos para cada idade, que variam de formato para uma escovação mais eficiente.

A troca dos dentinhos de leite para os definitivos também requer atenção especial dos pais. Segundo a dentista, é comum que nasçam alguns dentes antes mesmo que os de leite caiam. Ela explica o que pode acontecer nesses casos.

“Ele muda o eixo de erupção, não amolece o dente de leite e se os pais não observarem ele fica lá, um dentinho a mais. Se acontecer isso tem que levar no consultório para o profissional tirar o dente. Outra coisa muito importante nessa fase é o nascimento do primeiro molar permanente. É o dentinho que nasce nessa fase de 5 anos e meio até 6 anos e meio, ele nasce atrás do último dente de leite, então muitas vezes, passa despercebido”, acrescenta.

Cuidados que já fazem parte da higiene dos brasileiros e fizeram o Brasil chegar a uma boa situação de saúde bucal. A orientação dos especialistas é que as visitas ao consultório devem acontecer a cada seis meses, mesma frequência que é indicada a aplicação do flúor.

“A saúde bucal infantil hoje está muito apoiada em pilares muito fortes. Existem muitos muitos estudos, muitas pessoas boas querendo investir, muitas orientações novas. É uma geração que chamamos de Cárie Zero. A gente percebe um cuidado maior dos pais em relação aos cuidados, à  prevenção, até o próprio acesso mais fácil à saúde bucal, pelos postos de saúde e consultórios”, explica a dentista.

Fonte: Brasil 61

Amamentação pode reduzir o risco de câncer de mama

O câncer de mama é o segundo mais incidente no mundo (2,1 milhões) e a principal causa de morte por câncer entre as brasileiras, de acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA). Na última semana do Outubro Rosa, especialistas alertam para formas de prevenção contra a doença.

Segundo a obstetra e ginecologista Lorrainy Rabelo, o câncer de mama é resultado de uma multiplicação de células anormais que formam um tumor com potencial de invadir a mama e se disseminar para outros órgãos.

A obstetra explica que não existe uma única causa para a doença, “Os fatores de risco são vários. Obesidade, sedentarismo, consumo de tabaco, assim como bebida alcoólica. E também os fatores hereditários: história de câncer de ovário, de câncer de mama,   em mama nos homens da família. E também em casos de câncer de mama em mãe, irmã ou filha, principalmente antes dos 50 anos de idade”.

Lorrainy ainda alerta para a importância da prevenção do câncer de mama, e dentre os fatores que reduzem o risco da doença, está a amamentação.

Segundo estudo do Fundo Mundial de Pesquisa contra o Câncer (WCRF), amamentar protege a mãe do câncer de mama em todas as fases da vida e reduz a exposição a hormônios que aumentam o risco da doença. Além disso, amamentar por dois anos reduz em 10% o risco de câncer ao longo da vida. Quanto maior o tempo de aleitamento materno, maior o benefício.

A pediatra e neonatologista Mariana Palhares Temer explica que isso acontece porque quando a mãe entra no processo de aleitamento materno, as células da glândula mamária estão no ápice da diferenciação celular. “Tá chegando no máximo da sua capacidade e maturidade de realizar sua função, sua finalidade de existência. Dessa forma, a gente consegue fazer com que diminua o risco de mutações que possa acontecer nas células da glândula mamária”, informa.

A pediatra cita outros benefícios da amamentação para a mãe, como a redução do risco de câncer de ovário, a diminuição do tempo de sangramento pós-parto e o auxílio no emagrecimento para retomar o peso pré-gestacional. Já para o bebê, as vantagens são proteção contra infecções, problemas alérgicos e constipação intestinal; além de aumentar o laço afetivo entre mãe e filho.

A arquiteta e urbanista Caroline Fuzaro, 24, atualmente dedica seu tempo para cuidar da filha Sofia, de 4 meses. Ela conta que não sabia da importância da amamentação para a prevenção do câncer de mama, “acho muito interessante, e eu acho que se as mulheres soubessem o quão importante é sobre a questão de se proteger contra o câncer de mama, acho que elas priorizaram mais ainda a amamentação”.

Ela ainda conta que pretende amamentar a filha até os dois anos de idade, assim como Livia Oliveira, 19, mãe de uma menina de 1 ano e 2 meses. “Eu acho que amamentação além de alimentar a criança, é um ato muito amoroso, sabe? É muito bom você poder acalmar seu filho colocando no peito. E, querendo ou não, é um momento muito aconchegante, sabe?”, afirma Livia.

Outras formas de prevenção contra câncer

Por ser uma doença sem uma única causa, existem diversas formas de prevenção contra o câncer de mama. O epidemiologista e chefe da divisão de detecção precoce de câncer e apoio à rede do INCA, Arn Migowski, informa que uma dieta saudável é importante para reduzir o risco de câncer. “Alimentação saudável, né? Alimentos não processados, alimentos ricos em fibras. Evitar carnes processadas, que são, por exemplo, salame, presunto, apresuntado, mortadela, linguiça, salsicha, bacon. Evitar esse tipo de alimento. Evitar o consumo de álcool também, que está associada ao aumento de risco de alguns tipos de câncer, reduzir esse consumo de bebidas alcoólicas”, explica.

Além disso, alerta para a importância de atividades físicas, que diminuem o risco de obesidade e impactam diretamente na prevenção de formação para o câncer de mama. Exames de rotina também são fundamentais na prevenção. De acordo com Arn, eles permitem que caso haja um diagnóstico de câncer, ele seja dado em fases muito iniciais.

Fonte: Brasil 61

Secretaria de Saúde realizará ação de combate a DSTs nesta quinta-feira (27) em Salgueiro em Salgueiro

Nessa quinta-feira o município de Salgueiro estará recebendo a equipe da Secretaria Estadual de Saúde para uma ação de Testagem rápida para HIV, Sífilis, Hepatite B e Hepatite C, que acontecerá no horário de 08:00 às 12:00 no antigo Prédio da Secretaria de Saúde, localizado na Avenida Aurora de Carvalho Rosa, no Centro da Cidade.

É importante destacar o sigilo e descrição na entrega dos resultados, nessa ação que será realizada por uma equipe capacitada.

O diagnóstico é fundamental para o tratamento precoce e combate as Infecções sexualmente transmissíveis.