Motoboy preso há um ano prova inocência e morre no dia que seria solto

O motoboy Briner de Cesar Bitencourt, de 22 anos, ficou preso por um ano acusado de tráfico de maconha, enquanto sua família tentava provar sua inocência. Quando finalmente conseguiu provar e foi absolvido pela Justiça, o jovem passou mal na cadeia e morreu no mesmo dia em que saiu seu alvará de soltura.

Briner morreu às 4h30 da madrugada da última segunda-feira (10/10) na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da região Sul de Palmas, no Tocantins. A causa da morte no atestado de óbito é “a esclarecer”. O alvará de soltura foi emitido às 15h40 do mesmo dia.

Horas antes de morrer, o jovem passou muito mal durante a noite, em uma cela da Unidade Penal Regional de Palmas (UPP) e foi transferido para a UPA. Ele já estava reclamando de dores no corpo há 15 dias, segundo a Secretaria da Cidadania e Justiça do Tocantins (Seciju). Segundo a advogada Lívia Machado Vianna, o jovem estava muito mal, sem conseguir andar, com falta de ar, abdômen rígido e muita dor. Ele não tinha problemas de saúde preexistentes.

É algo bem inexplicado. Deveria ter sido dado atendimento, verificar com mais atenção o que gerou a causa da morte. Pedimos que seja feita a autópsia do corpo. Queremos saber o que aconteceu. É o mínimo que o Estado pode responder. A mãe do Briner falava que iam fazer um almoço quando ele saísse”, defendeu a advogada que assistia ao motoboy.

Prisão injusta

Briner foi preso pela Polícia Militar no dia 12 de outubro de 2021. Duas pessoas que moravam no mesmo imóvel que ele, mas em uma parte separada, escondiam em uma parede falsa 88 pés de maconha e 10,8 kg de maconha em tabletes.

Essas duas pessoas negavam desde o começo que Briner não tinha relação com a plantação, mas ainda assim ele ficou preso preventivamente durante um ano.

Tentamos produzir provas da inocência dele. Fizemos perícia da casa para mostrar que o quarto do Briner era isolado da casa, que não tinha acesso aos demais quartos. Também trouxemos comprovantes do trabalho do Briner. Ele sempre trabalhou de forma honesta”, relatou a advogada Lívia.

Absolvição

Na última sexta-feira (7/10), o Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO) condenou os dois moradores do imóvel envolvidos com o tráfico da maconha e absolveram Briner.

A prova se mostra frágil em relação à sua autoria delitiva. O réu negou que tivesse conhecimento da existência das plantas, e dos tabletes de maconha, o que não foi rechaçado por nenhuma outra prova colhida durante a fase judicial. O réu não tinha acesso aos quartos dos corréus”, escreveu o juiz na sentença.

O jovem foi enterrado no cemitério de Palmas nesta quarta-feira (12/10). Colegas motoboys fizeram uma manifestação pedindo justiça pela morte do colega.

Assistência

Procurada pelo Metrópoles, a Secretaria de Justiça

O motoboy Briner de Cesar Bitencourt, de 22 anos, ficou preso por um ano acusado de tráfico de maconha, enquanto sua família tentava provar sua inocência. Quando finalmente conseguiu provar e foi absolvido pela Justiça, o jovem passou mal na cadeia e morreu no mesmo dia em que saiu seu alvará de soltura.

Horas antes de morrer, o jovem passou muito mal durante a noite, em uma cela da Unidade Penal Regional de Palmas (UPP) e foi transferido para a UPA. Ele já estava reclamando de dores no corpo há 15 dias, segundo a Secretaria da Cidadania e Justiça do Tocantins (Seciju). Segundo a advogada Lívia Machado Vianna, o jovem estava muito mal, sem conseguir andar, com falta de ar, abdômen rígido e muita dor. Ele não tinha problemas de saúde preexistentes.

É algo bem inexplicado. Deveria ter sido dado atendimento, verificar com mais atenção o que gerou a causa da morte. Pedimos que seja feita a autópsia do corpo. Queremos saber o que aconteceu. É o mínimo que o Estado pode responder. A mãe do Briner falava que iam fazer um almoço quando ele saísse”, defendeu a advogada que assistia ao motoboy.

Absolvição

Na última sexta-feira (7/10), o Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO) condenou os dois moradores do imóvel envolvidos com o tráfico da maconha e absolveram Briner.

“A prova se mostra frágil em relação à sua autoria delitiva. O réu negou que tivesse conhecimento da existência das plantas, e dos tabletes de maconha, o que não foi rechaçado por nenhuma outra prova colhida durante a fase judicial. O réu não tinha acesso aos quartos dos corréus”, escreveu o juiz na sentença.

O jovem foi enterrado no cemitério de Palmas nesta quarta-feira (12/10). Colegas motoboys fizeram uma manifestação pedindo justiça pela morte do colega.

Assistência

Procurada pelo Metrópoles, a Secretaria de Justiça do Tocantins disse que prestou toda a assistência necessária a Briner nos 15 dias em que ele se queixava de dores no corpo, com diversas consultas e atendimento especializado.

“A Seciju frisa que todos os procedimentos referentes a atendimentos de saúde do referido custodiado, avaliações de quadro clínico e encaminhamentos para unidades de saúde foram disponibilizados a fim de prezar pela saúde do custodiado. A pasta também disponibilizou assistência com os custos do funeral e apoio necessário aos familiares, para os quais presta condolências neste momento de tristeza”, informou a secretaria em nota.

do Tocantins disse que prestou toda a assistência necessária a Briner nos 15 dias em que ele se queixava de dores no corpo, com diversas consultas e atendimento especializado.

“A Seciju frisa que todos os procedimentos referentes a atendimentos de saúde do referido custodiado, avaliações de quadro clínico e encaminhamentos para unidades de saúde foram disponibilizados a fim de prezar pela saúde do custodiado. A pasta também disponibilizou assistência com os custos do funeral e apoio necessário aos familiares, para os quais presta condolências neste momento de tristeza”, informou a secretaria em nota.

Candidatos brancos que se declaram negros podem sofrer punição?

As eleições deste ano representaram a primeira experiência a nível federal das cotas para ampliar a participação de pessoas negras em cargos públicos. Aprovada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a medida determinou que fossem considerados o dobro dos votos dados a candidatos negros para fins de distribuição dos recursos do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC).

Nas eleições deste ano houve um crescimento no percentual de candidaturas negras, alcançando 49,49% do total de postulantes, o maior patamar desde 2014. Da mesma forma, o número de eleitos para o Congresso Nacional também cresceu. Enquanto no último pleito foram 123 deputados federais negros, agora, 135 vão ocupar o cargo. No Senado, 6 dos 27 se autodeclararam pardos ou pretos.

Especialistas apontam que ainda há brechas para que esse tipo de situação ocorra, uma vez que as regras para a autodeclaração não foram bem definidas, nem estabelecidos mecanismos de prevenção a fraudes.

É diferente do que ocorre, por exemplo, em algumas universidades e concursos, em que há uma comissão de heteroidentificação para avaliar se aquela declaração é válida ou não.

De acordo com Fernando Neisser, presidente da Comissão de Direito Eleitoral do Iasp, em razão de a medida ter sido instituída por decisão do STF, acabou-se criando um vácuo na legislação, já que não passou pelo processo de regulamentação no Congresso.

“Diante da falta de uma regra mais clara para este ano, eventuais situações de fraude tendem a acabar passando impune. Para evitar uma celeuma maior e uma eventual perseguição por uma questão de cor, talvez a melhor solução seja que o Congresso desenhe uma regra que se incorpore à lei eleitoral”, opina o advogado.

Apesar de a questão ainda estar em uma espécie de limbo na legislação, caso comprovada a fraude, o especialista prevê alguns enquadramentos possíveis para o candidato.

Um deles, é o crime de falsidade ideológica eleitoral. “No momento em que a pessoa preencheu o requerimento de registro de candidatura e, no campo relacionado à raça e cor, disse falsamente ser negra, ela pode — até porque há uma obtenção de vantagem —, em tese, ter praticado o crime de falsidade ideológica eleitoral”, avalia.

Por fim, o partido também pode sofrer consequências, caso seja considerado que os recursos aplicados naquela candidatura foram, na verdade para uma candidatura de pessoa branca. “Eventualmente, isso pode levar o partido a não ter cumprido a divisão mínima prevista na regra. E, no limite, devolver os recursos para os cofres públicos.”

Longo caminho

Para o professor de ciência política da Universidade de Brasília (UnB) Aninho Mucundramo Irachande o problema vai além das brechas na legislação. É um processo que precisa evoluir na sociedade como um todo.

“É muito difícil você imaginar que a cota vai funcionar para o processo eleitoral se não tem essa preparação para as pessoas na vida. Se no convívio normal, elas não estão preparadas para entrar no processo político. Então, é preciso que essas cotas se consolidem nas universidades, nas escolas primárias, nos cargos públicos e, consequentemente, nos pleitos públicos”, pontua.

O professor concorda que é necessário definir parâmetros mais rígidos, inclusive no combate às candidaturas laranjas, aquelas registradas apenas para fins de cumprimento das cotas, sem que haja um esforço para que sejam eleitas.

Para evitar fraudes, ele acredita que o ideal é instituir uma “autodeclaração definitiva”, feita a uma vez a um órgão oficial e sem nenhum tipo de coação.

Em relação aos resultados da política, Irachande avalia que ainda é cedo para apontar se os números recentes são consequência da medida, mas que ainda há um longo caminho a percorrer para reparar a desigualdade contra negros nos parlamentos.

“O ideal é que nós tivéssemos uma percepção mais clara da necessidade da representatividade, porque afinal de contas, nós estamos falando do debate sobre o destino do país. E, nesse sentido, a inclusão de todos os segmentos seria o ideal”, afirma.

“Por hora, nós ainda não temos um resultado animador do ponto de vista de terem sortido efeitos. Os primeiros números dão conta de que aumentou um pouquinho no parlamento e também nas assembleias o número, por exemplo, de pardos e índios. Não dá para dizer se isso é resultado direto das costas ou se já é um processo de debate político da sociedade brasileira que já vem acontecendo há um tempo atrás.”

 

Por.: Metrópoles

Santuário do Cristo Redentor comemora hoje 91 anos de criação

O Santuário doo Cristo Redentor está completando hoje (12), 91 anos de inauguração. Para marcar a data, às 7h, foi celebrada a missa em Ação de Graças presidida pelo arcebispo do Rio, cardeal Orani João Tempesta.

Em seguida, às 8h30, foi distribuído o tradicional bolo comemorativo, preparado pela tradicional organização Sociedade Amigos da Rua da Carioca e Adjacências (Sarca). Em seguida, ao meio-dia, será rezado o Ângelus seguido de missa, presidido pelo padre João Damasceno. Às 15h, será rezado o Terço da Misericórdia e em seguida missa solene transmitida pela Rádio Catedral, da Arquidiocese do Rio.

Dando sequência à programação, no próximo domingo, (16), às 19h30, o Santuário terá uma cerimônia pelo Dia Mundial da Alimentação, com o objetivo de alertar para a importância do acesso à alimentação adequada e saudável, que é um direito de todo ser humano. Ao final, o monumento ao Cristo Redentor terá uma iluminação especial na cor azul clara.

Na semana seguinte, no dia 20, às 20h, será realizado o show “Nossa Voz”, com o padre Omar e o Grupo Dó Ré Mi, na casa de shows Qualistage, na Barra da Tijuca. O espetáculo, que terá renda revertida para os projetos sociais atendidos pelo Santuário do Cristo Redentor, é um grande agradecimento à vida através das canções do Rei Roberto Carlos.

Encerrando as festividades, o Setor Cristo Sustentável promoverá a Ação de Amor do Cristo Redentor de 20 a 22 de outubro, na Basílica Santuário Arquidiocesano Mariano de Nossa Senhora da Penha de França, no bairro da Penha, com início todos os dias às 9h e encerramento às 15h.

A Ação de Amor do Cristo Redentor é um projeto itinerante, que leva serviços de saúde, habitação, trabalho, educação e cidadania à população em situação de vulnerabilidade social.

 

Por.: Agência Brasil

Homenagens à Nossa Senhora Aparecida voltam a ser presenciais

Após dois anos suspensas devido à pandemia de covid-19, as procissões em homenagem à padroeira do Brasil Nossa Senhora de Aparecida voltam a ocorrer presencialmente, com expectativa de reunir milhões de fiéis por todo o país.

Principal destino para os fiéis católicos durante o período das festividades da padroeira, a cidade de Aparecida, no interior paulista, sediou o 8º Passeio Ciclístico, evento que reúne moradores de Aparecida e região e que foi suspenso nas últimas edições da Festa da Padroeira.

A partir das 20h30 de hoje (11), o município será palco da tradicional Procissão Memória, que também não ocorreu nos últimos dois anos.

Os participantes percorrerão o trajeto de pouco mais de 2 quilômetros saindo da Basílica Santuário Nacional, levando velas e uma imagem de Nossa Senhora, até o Porto Itaguaçu, onde, segundo a tradição, três pescadores encontraram uma imagem de Nossa Senhora quebrada e submersa nas águas do Rio Paraíba, dando início à atual devoção à padroeira nacional.

Além da Procissão Memória, dedicada a resgatar a memória das causas da fé em Nossa Senhora, a cidade do Vale do Paraíba também voltará a realizar a chamada Procissão Solene, às 18 horas de amanhã (12), feriado nacional em homenagem à santa. A celebração culmina com uma missa de encerramento das festividades, na Basílica, seguidas de um show pirotécnico.

A programação desta quarta-feira também prevê a celebração de sete missas no altar central da Basílica: às 5h; 7h; 9h (horário em que ocorrerá a Missa Solene, a principal do dia, presidida pelo arcebispo da arquidiocese de Aparecida Dom Orlando Brandes); às 12h; 14h, 16h30 e 19h15, após o término da Procissão Solene.

Além disso, será rezada a Consagração Solene à Nossa Senhora Aparecida na Basílica Histórica, às 18h. As celebrações da Festa da Padroeira 2022 serão transmitidas pela plataforma Aparecida ao Vivo e pelas redes sociais do Santuário Nacional no Facebook e também no Youtube.

Brasília

Os fiéis também voltarão a se reunir na capital federal, onde a data será celebrada na Esplanada dos Ministérios. A programação organizada pela Arquidiocese de Brasília prevê uma missa celebrada especialmente para as crianças, a partir das 9h de amanhã.

Além de se divertir nos brinquedos infláveis que serão montados no gramado, as crianças receberão sorvetes e poderão participar do sorteio de brindes.

Momento mais aguardado, a Santa Missa ocorrerá às 17h e será celebrada pelo cardeal Dom Paulo Cezar. Logo após, acontece a tradicional procissão pela Esplanada dos Ministérios, durante a qual serão concedidas três bênçãos: pelos doentes, pelos governantes e pelas famílias.

A programação completa das festividades na capital federal está disponível no site.

 

Por.: Agência Brasil

Beneficiários do Auxílio Brasil têm até o dia 14 para atualizar dados

Os beneficiários do Auxílio Brasil que não atualizam seus registros no Cadastro Único (CadÚnico) há mais de 2 anos têm até esta sexta-feira (14) para retificar as informações, sob risco de perder o benefício caso não o façam.

A data limite para os beneficiários prestarem as informações foi estabelecida em julho, por meio de Instrução Normativa Conjunta que alterou o cronograma de averiguação e revisão dos dados das famílias inscritas no CadÚnico, estendendo por mais 3 meses o prazo de revisão cadastral, inicialmente previsto para terminar em 15 de julho.

Segundo o Ministério da Cidadania, responsável por coordenar o Auxílio Brasil, a atualização cadastral deve ser feita a cada 2 anos ou sempre que houver alguma alteração, sendo fundamental para assegurar a qualidade dos dados e garantir que as informações registradas na base do CadÚnico estejam sempre de acordo com a realidade das famílias.

Os beneficiários podem verificar se seus dados estão desatualizados ou mesmo se as informações já fornecidas estão sendo confrontadas com outras bases de dados administrativos federais por meio do aplicativo do CadÚnico, disponível para download na página gov.br.

Caso não tenha ocorrido nenhuma alteração nas informações prestadas na última entrevista, a família beneficiária poderá também fazer a confirmação dos dados pelo aplicativo do Cadastro Único. Porém, se for preciso alterar algum dado, é necessário comparecer a um posto de cadastramento para uma nova entrevista de atualização cadastral.

Por.: Agência Brasil

Data da Coroação do rei Charles III é anunciada pela família real

A data da coroação do rei Charles III já tem data marcada, será no dia 6 de maio de 2023, conforme anunciou o Palácio de Buckingham, nesta terça-feira (11)

A Cerimônia acontecerá na Abadia de Westminster, em Londres, e será conduzida pelo Arcebispo de Canterbury.

Segundo a imprensa local, Camilla, a esposa de Charles, também será coroada como rainha-consorte na mesma cerimônia.

A Abadia de Westminster também foi palco da coroação, do casamento e do velório da rainha Elizabeth II.

Pesquisa Ipec : Raquel tem 50% e Marília, 42%

As entrevistas foram feitas entre domingo (9) e esta terça-feira (11). Foram ouvidas 2.000 pessoas em 75 municípios pernambucanos. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04635/2022.

De acordo com o Ipec, se a eleição fosse hoje, Raquel teria 54% dos votos válidos, e Marília, 46%

Intenção de voto (estimulada – votos totais)

  • Raquel Lyra (PSDB): 50%
  • Marília Arraes (Solidariedade): 42%
  • Branco e nulo: 4%
  • Não sabem/não responderam: 3%

Intenção de voto (estimulada — votos válidos)

Nos votos válidos, o levantamento apontou que Raquel Lyra tem 54%, e Marília Arraes, 46%. Para calcular os votos válidos, são excluídos os brancos, os nulos e os de eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

No primeiro turno, Marília recebeu teve 1.175.651votos (23,97%), e Raquel, 1.009.556 votos (20,58%). O segundo turno está marcado para 30 de outubro.

Intenção de voto – (espontânea – votos totais)

O levantamento também questionou os eleitores em quem votariam para governador, sem apresentar nomes. Raquel Lyra obteve 37%, e Marília Arraes, 31%. Além disso, 2% disseram que iriam votar em “outros”; 7% pretendem votar branco ou nulo; e 23% não souberam ou preferiram não opinar.

Índice de rejeição das candidatas

A pesquisa Ipec apontou ainda o índice de rejeição das candidatas. A sondagem mostra que 32% dos eleitores pernambucanos não votariam de jeito nenhum em Marília, e 18% não votariam de jeito nenhum em Raquel. O levantamento anterior do instituto, divulgado na véspera do 1º turno, em 1º de outubro, indicou que Marília tinha 22% de rejeição, e Raquel, 10%.

Expectativa de vitória

O Ipec perguntou, ainda, quem os eleitores acham que vai ganhar a eleição, independentemente da intenção de voto. Veja o resultado:

  • Raquel Lyra (PSDB): 49%
  • Marília Arraes (Solidariedade): 41%
  • Não sabem/preferem não opinar: 9%

Intenção de votos para presidente

A pesquisa ouviu também os eleitores de Pernambuco sobre a intenção de voto para a Presidência da República. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Resposta estimulada e única, em % de votos totais:

  • Lula (PT): 68%
  • Jair Bolsonaro (PL): 25%
  • Branco/nulo: 4%
  • Não sabe: 2:%

Por.: Blog Folha do Sertão 

 

Miguel Coelho é diagnosticado com pneumonia

O ex-prefeito de Petrolina e candidato a governador de Pernambuco no primeiro turno, Miguel Coelho, foi diagnosticado com pneumonia. A informação foi confirmada nesta terça-feira (11) após a realização de exames médicos. Miguel está em casa, na cidade de Petrolina, em tratamento para a recuperação de sua saúde.

Nas redes sociais, o ex-prefeito comunicou que ficará em repouso por recomendação médica, mas pretende participar de atividades políticas ainda no segundo turno. “Estou em repouso para me recuperar o mais rápido possível. Em breve, espero retornar com saúde plena para colaborar na eleição da governadora Raquel Lyra e na reeleição do presidente Bolsonaro”, informou.

MPT registra 173 denúncias de assédio eleitoral de empresas contra funcionários

O Ministério Público do Trabalho (MPT) já registrou 173 denúncias de assédio eleitoral nas eleições de 2022. O assédio eleitoral é crime e ocorre quando um empregador age para coagir, ameaçar ou promete benefícios para que alguém vote em determinado candidato.

A região Sul do país foi a que mais registrou casos de assédio eleitoral: 83. Os três estados da região também ocupam a primeira, segunda e terceira posição no ranking, sendo o Rio Grande do Sul o campeão de denúncias.

  • Rio Grande do Sul: 30
  • Paraná: 29
  • Santa Catarina: 24

Na segunda posição está a região Sudeste, com 43 denúncias registradas. Seguida pelo Nordeste (23), Centro-Oeste (13) e Norte (11).

Exemplo da atuação do órgão, antes do primeiro turno, foi a propositura de uma ação civil pública em Tocantins contra o pecuarista Cyro Toledo, que prometia 15º salário aos seus empregados, caso o presidente Jair Bolsonaro (PL) vencesse as eleições.

A Justiça deferiu uma liminar para proibir o empregador de oferecer vantagem ou ameaçar seus empregados. Ainda será julgado o pedido do MPT, que pede a condenação do pecuarista ao pagamento de R$ 1 milhão por dano moral coletivo.

MPF apura se há assédio eleitoral em declarações de ruralistas no oeste baiano

Na Bahia, o MPT também investigou e firmou termo de ajustamento de conduta com a ruralista Roseli Vitória, após a empresária incentivar em suas redes sociais que os empresários do setor agropecuário “demitam sem dó” quem votasse no ex-presidente Lula.

No acordo extrajudicial, ela se comprometeu a custear campanhas em emissoras de rádio da região para reforçar a liberdade do voto e a ilegalidade de qualquer atitude empresarial que vise coagir empregados a votar ou deixar de votar em alguém. Ela também publicou uma retratação em suas redes sociais.

Uma psicóloga da rede de recursos humanos Ferreira Costa, em Pernambuco, ameaçou demitir funcionários que declarassem apoio a Lula (PT) nas eleições.

Senadora do PT-PE diz que Bolsonaro dará Golpe de Estado

Passado o 1º turno das eleições e com os olhares voltados para o dia 30 de outubro, o titular desta coluna recebeu a senadora eleita por Pernambuco, a primeira mulher a ocupar assento na Câmara Alta, pelo Leão do Norte: Teresa Leitão, que obteve 2.061.276 votos ou 46,12% , sendo 13.703 votos ou 51,14% em Salgueiro.

Impossibilitada de fazer campanha de rua, devido a um pequeno acidente em que se envolveu na véspera da eleição, Leitão tem participado de reuniões e entrevistas. A deputada defende as candidaturas de Marília Arraes e Lula, para Governo de PE e presidência da República, respectivamente.

“Eu vou cumprir aquilo que eu coloquei durante toda a campanha. A pauta de afirmação de direitos é uma pauta principal, tendo em vista muitos direitos que foram retirados, muitos cortes orçamentários da educação e na saúde. São coisas que a gente precisa rever ao invés de tá se fazendo orçamento secreto, nós precisamos recompor o orçamento da educação, o orçamento da saúde.”

Sobre os erros cometidos pelos institutos de pesquisa, e a declaração do Presidente da Câmara, Arthur Lira, que disse pautar um projeto que prevê criminalização destes institutos, Teresa julgou como autoritarismo. “Eu acho isso absolutamente desnecessário e autoritário. A gente tem que ter um patamar de regulamentação, mas não de criminalizar.”

Quando questionada se realmente ela acredita que Bolsonaro pode dá um Golpe de Estado, a senadora foi enfática. “Ele anunciou, ele ‘tá’ anunciando isso. Por que é que todos os setores históricos, inclusive de oposição a Lula, estão declarando apoio a Lula? Alguns no 1º turno e outros agora no 2º. Simone Tebet, o PDT de Ciro Gomes, o ex-ministro Joaquim Barbosa, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Porque esse povo sabe o que tá dizendo, sabe o que tá vendo. A defesa da democracia é que tá unindo o Brasil em torno da candidatura de Lula.” afirmou.

Confira a entrevista na íntegra:

Prefeitura de Salgueiro realiza evento para comemoração do dia das crianças

Nesta quarta-feira (12), é celebrado o dia das crianças e a prefeitura de Salgueiro irá realizar um evento para as crianças do município.

 

Nas redes oficiais, a prefeitura divulgou que o encontro irá ocorrer no estádio Salgueirão, às 16h e que a programação irá contar com brincadeiras recreativas, entrega de brindes e shows para a criançada.

Real Time Big Data: Raquel Lyra lidera com 54%, Marília tem 35%

A primeira rodada da Pesquisa Real Time Big Data do segundo turno ao governo de Pernambuco traz Raquel Lyra (PSDB) com 54% das intenções de voto e Marília Arraes (Solidariedade) com 35%. Os que dizem votar em branco ou nulo são 7% e os indecisos, 4%.

Raquel tem 61% dos votos válidos, enquanto Marília soma 39%. A candidata do PSDB está à frente em todas as estratificações da pesquisa: por faixa de renda, gênero, religião e nas diversas regiões do Estado.

“Em relação à votação do primeiro turno, em que Marília chegou à frente com uma folga de cerca de três pontos percentuais, Raquel virou o jogo neste início de segundo turno e larga forte”, aponta Lucas Thut Sahd, diretor da Real Time Big Data.

A pesquisa entrevistou por telefone 1.000 eleitores em Pernambuco, entre 8 e 10 de outubro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o número PE-01923/2022.

Veja a íntegra do levantamento aqui.

Sobre a Real Time Big Data

A Real Time Big Data é um instituto de pesquisa composto por uma equipe profissional multidisciplinar de reconhecida experiência nacional e internacional, que se destaca pela agilidade, clareza e confiabilidade de seus levantamentos e estudos. Com experiência no mercado, tem o objetivo de fornecer dados e análises para auxiliar a tomada de decisões de empresas, instituições, agentes públicos e organizações do terceiro setor, apoiando-os por meio de elaboração pesquisa de opinião, sondagens sobre hábito de consumo, monitoramento de políticas públicas, levantamento de tendência de mercado e auditorias de imagem.

 

Edmar Lyra

Gonzaga não volta atrás e mantém apoio a Raquel Lyra: “Vou trabalhar dia e noite com todas as minhas bases”

Grato pelos 67.328 votos recebidos em todo o estado, destes 12.757 obtidos em Petrolina, o deputado federal Gonzaga Patriota assegurou que a votação insuficiente para renovar o mandato não ocorreu por falta de serviços prestados à população. Em entrevista ao Nossa Voz desta segunda-feira (10), ele fez uma análise do cenário eleitoral deste ano, onde a inserção de novas lideranças e equívocos na formação da chapa majoritária resultaram na derrota nas urnas.

“Eu trabalhei e acho que em nenhuma outra eleição eu trabalhei tanto quanto agora, rodei o Estado todo, fui votado mais uma vez em todos os municípios, inclusive em Fernando de Noronha. A votação caiu um pouco, obviamente porque surgiram novos candidatos, a candidatura de Lucas, que sempre foi o meu estadual, à federal deu uma diminuição nos votos na região do São Francisco. Teve o município de Bonito que não me apoiou desta vez e Brejinho. Eu tinha quatro municípios, fiquei com dois e isso resultou na diminuição de 8 mil votos. Mas foram quase 70 mil votos, a votação foi boa, tive mais votos do que dois deputados eleitos e infelizmente não deu. Eu gostaria de ficar pelo menos até os 120 anos trabalhando como deputado, que eu acho tão bom, trabalho dia e noite, atendo telefone de madrugada, dia de domingo, faço muitas coisas, mas não deu”, analisou.

Sobre a estratégia do PSB em ceder ao PT a vaga ao Senado da Frente Popular de Pernambuco, Patriota considerou equivocada, uma vez que as mágoas causadas pela eleição em 2020, onde as duas legendas disputaram a Prefeitura do Recife, ainda não foram sanadas. “O partido, por sua vez, fez o que pode. Infelizmente errou, não me ouviu, não ouviu outras pessoas, porque uma legenda que teve divergências com o PT nas eleições municipais em alguns municípios como na capital [em 2020] que é o maior colégio eleitoral, deveria ter colocado o parceiro do PT na vice, mas colocou no Senado. Então muitas pessoas que votam no PT há muitos anos e que não estavam ainda satisfeitas com PSB não votaram no Danilo [Cabral]. Você a candidata Teresa Leitão (PT), fizemos um trabalho muito bom com ela, que foi eleita lá em cima e o Danilo ficou lá embaixo. Então, isso também atrapalhou as candidaturas de deputados, em que a gente poderia fazer sete ou oito e só conseguimos fazer cinco”.

Questionado sobre o apoio à Raquel Lyra (PSDB) no segundo turno pelo Governo do Estado, Gonzaga revelou que isso começou com um vídeo divulgado pela oponente de Raquel, Marília Arraes, onde ela desconsideraria o apoio do PSB. “Eu procurei o partido logo depois daquela declaração da Marília Arraes (SD), de que o PSB só atrapalha Pernambuco, o PSB não presta. Ela deu uma declaração dessa, gravou com o presidente do partido dela, mandaram para mim, eu olhei essa gravação e passei para o meu presidente aí [em Pernambuco], o meu presidente, bravo, já estava sabendo disso. Fui conversar com o presidente nacional Carlos Siqueira terça-feira (04), que eu estou em Brasília. O presidente Carlos Siqueira também estava bravo com ela”, relembrou.

Ciente do sentimento das suas lideranças, ele seguiu para suas bases e em seguida buscou o grupo de Raquel para confirmar sua decisão. “Depois de falar com essas duas pessoas e elas me dizerem isso, aí eu comecei a procurar minhas bases, falei com os meus prefeitos de Sertânia, de Solidão, de Jupi, falei com os meus vereadores, aí da região inclusive, e relatei que Marília não quer o nosso apoio, disse que o PSB só atrapalha Pernambuco. E procurei a Raquel, que estava enclausurada, coitada, com a morte do marido, mas falei com pai dela que é meu amigo e eles me disseram que sabiam que eu apoio Lula, eles estarão neutros, deixando os eleitores à vontade para escolher seu presidente da República e a gente aceita de bom grado o seu apoio, principalmente o seu apoio no Sertão, como você é mais votado”.

Essa movimentação, segundo Patriota, foi anterior ao anúncio de apoio do PSB à Marília Arraes. Mesmo com o posicionamento contrário ao seu partido, ele não volta atrás da palavra dada. “Por último, quando Lula declarou apoio à Marília, o PSB fez uma nota, só em Pernambuco em nível nacional não fez, de apoio a Marília. Com todo respeito ao partido, eu já declarei meu apoio à Raquel Lyra. Não é apenas apoio, estou indo para Pernambuco agora e vou trabalhar os 20 dias que faltam, dia e noite, porque quando eu apoio uma pessoa, apoio mesmo. Não tem esse negócio de apoiar só de boca não. Vou trabalhar dia e noite com todas as minhas bases, já falei com todos eles, liberei apenas um vereador que me pediu para votar em Marília e eu liberei porque é um vereador de Santa Maria da Boa Vista que fez dobradinha com Luciano Duque e o resto está tudo comigo. A gente vai levar pelo menos os 67 mil e poucos votos que eu tive vou levar todos para Raquel”.

Primeiro suplente do PSB em Pernambuco, o deputado não encara a derrota como uma oportunidade de aposentadoria da vida pública. “Eu continuo na política, obviamente que agora nesses quatro anos sem mandato, ou dois anos porque temos eleições municipais e quem sabe se eu não serei prefeito de Petrolina. Eu disputei a prefeitura quando tinha mandato e agora sem mandato de deputado é que eu posso disputar mesmo. Vamos ver quem são, se o partido não tem outro. O que eu não vou fazer mais é como fiz com Odacy, quando ele era do meu partido e a gente fez uma disputa partidária para ver quem iria ser o candidato. Eu não vou fazer isso não. Se tiver alguém do partido querendo ser candidato, tudo bem, se não a gente vai conversar”, pontou.

Globo muda programação para despedida histórica de Galvão Bueno

Galvão Bueno (Reprodução: SPORTV)Galvão Bueno (Reprodução: SPORTV)
Globo prepara uma edição mais do que especial para o último Bem, Amigos!, apresentado por Galvão Bueno ao longo de 20 anos. A coluna LeoDias teve acesso a informações detalhadas do que está sendo preparado para a grande despedida dele da atração. Para se ter uma ideia, a emissora alterou até mesmo a grade de programação para viabilizar o momento histórico.

Com gravações agendadas para os próximos dias, serão mais de 100 convidados para homenageá-lo. O último Bem, Amigos! será ao vivo, diretamente dos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro, logo após o capítulo de Travessia. No SporTV a edição será estendida.

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Levado ao ar toda segunda-feira desde 2003, às 22h00, a atração comandada por um dos maiores narradores esportivos da história conta com um time de estrelas para debater sobre as notícias esportivas da semana.

Galvão, como se sabe, vai se aposentar das narrações de jogos após a Copa do Qatar 2022, no fim deste ano, fechando assim um ciclo de 41 anos na emissora (sendo 29 anos seguidos). No meio disso, ele também assinou contrato com a Play9, empresa de Felipe Neto e João Pedro Paes Leme, para produzir conteúdo para diversas plataformas digitais.

Léo Dias

O Nordeste não é vermelho. Sempre vota igual, e no governo

Nos tristes tempos da ditadura militar de 64, o Nordeste era considerado, e com razão, reduto eleitoral do governo. Sim, é uma contradição em termos eleição e ditadura. Mas, as ditaduras com vergonha de se assumirem como tal, promovem eleições sob rigoroso controle, e assim pensam que se legitimam.

A nossa cancelou a democracia por 21 anos. Com o seu fim em janeiro de 1985, o Nordeste continuou como reduto do governo, do que estivesse no poder, ou do que viria. Tem sido assim até hoje. Não é servilismo dos nordestinos, é pragmatismo; crença na ajuda dos governos para superar o atraso da região.

Em 1989, na primeira eleição pelo voto popular, o Nordeste em peso votou no falso caçador de marajás Fernando Collor, ex-governador de Alagoas. Foi uma eleição solteira. Dois nordestinos se enfrentaram no segundo turno: Collor e Lula. Acusado de roubo, Collor caiu antes de completar dois anos de mandato.

Quatro anos depois, cavalgando o Plano Real, o Nordeste votou em Fernando Henrique Cardoso (PSDB), e em todos os candidatos ao governo que o apoiaram. Pernambuco foi a única exceção: elegeu Miguel Arraes (PSB), que apoiava Lula. Nesta sexta-feira, Lula irá ao Recife apoiar a neta de Arraes, Marília.

Fernando Henrique se reelegeu presidente em 1998, e desta vez o Nordeste votou fechado em todos os candidatos ao governo que tinham seu apoio. Arraes tentou se reeleger governador de Pernambuco. Perdeu para Jarbas Vasconcelos (MDB) por uma diferença superior a um milhão de votos.

A eleição de 2002 não foi de continuidade, mas de mudança, como parece ser a deste ano, prestes a terminar. Fernando Henrique, que prometera não desvalorizar o real, desvalorizou-o. A inflação e o desemprego voltaram a crescer. Só um milagre elegeria José Serra (PSDB), candidato da situação. Deus se omitiu, e deu Lula.

Outra vez cumpriu-se a escrita: o Nordeste elegeu todos os governadores que apoiaram Lula. E fez isso novamente quando Lula se reelegeu em 2006. E novamente quando Dilma Rousseff se elegeu em 2010. Ao pôr os pobres na agenda nacional, os governos do PT foram particularmente generosos com o Nordeste.

Dilma se reelegeu em 2014. Só um Estado não votou no candidato ao governo que a apoiava: Pernambuco. Eduardo Campos largou o governo de Pernambuco para se eleger presidente. Morreu em um acidente aéreo. Marina Silva (PSB), sua vice, venceu no primeiro turno em Pernambuco, e Aécio Neves (PSDB) no segundo.

Bolsonaro derrotou Fernando Haddad (PT) com folga em 2018. Mesmo assim, todos os candidatos a governador que apoiaram Haddad se elegeram no Nordeste. Lula estava preso, e preso ficaria por 580 dias. Liderou as pesquisas de intenção de voto até às vésperas das eleições. Quem sabe Haddad não venceria?

Todos os governadores nordestinos eleitos no primeiro turno este ano apoiaram Lula, e Lula a eles. Falta decidir a parada em cinco estados: Pernambuco, Paraíba, Alagoas e Sergipe. É grande a chance de os candidatos apoiados por Lula se eleger. Isso é um mal sinal para Bolsonaro, atrás nas pesquisas.

 

Ricardo Noblat