
Candidatos que participaram de um concurso público aplicado no último domingo (8), em Petrolina, denunciaram uma série de irregularidades que, segundo eles, comprometeram a legalidade do certame. As reclamações envolvem desde divergências entre o conteúdo cobrado na prova e o previsto em edital até falhas graves na organização e na segurança durante a aplicação. “O edital previa um conjunto amplo de assuntos, principalmente em Língua Portuguesa e Matemática, mas a prova se concentrou quase exclusivamente em interpretação de texto. Em Português, dos 12 conteúdos previstos, praticamente só isso foi cobrado. Em Matemática, apenas dois temas apareceram, apesar de o edital prever dez”, relatou um candidato.
Além das questões pedagógicas, os relatos apontam problemas de segurança. “Havia candidatos com celular dentro da sala de prova, o que fere regras básicas e compromete a igualdade de condições”, denunciou outro participante. O candidato ainda relatou que embora o cartão-resposta previsse a coleta de impressão digital, o procedimento não teria sido adotado em todas as salas. “Em algumas salas a digital foi coletada, em outras não. Isso é tratamento desigual e compromete a validade do processo”, afirmou.
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