Em 1º de setembro de 1939, a Alemanha nazista invadiu a Polônia, dando início à Segunda Guerra Mundial na Europa. O ataque começou nas primeiras horas da manhã, com o bombardeio de posições polonesas em Westerplatte, então parte da Cidade Livre de Danzig.
A invasão estava relacionada à política expansionista de Adolf Hitler e às reivindicações territoriais da Alemanha sobre áreas que haviam sido perdidas após a Primeira Guerra Mundial. Pouco depois, em 17 de setembro, a União Soviética também invadiu a Polônia pelo leste, conforme os termos secretos do pacto de não agressão firmado entre os dois países, conhecido como Pacto Molotov-Ribbentrop.
Em resposta à invasão, Reino Unido e França declararam guerra à Alemanha em 3 de setembro. A Polônia, porém, foi derrotada e ocupada pelas forças alemãs e soviéticas nas semanas seguintes.
O conflito se expandiu rapidamente pela Europa e, posteriormente, para outras regiões do mundo, envolvendo dezenas de países. Entre 1939 e 1945, a guerra provocou milhões de mortes, incluindo as vítimas do Holocausto e dos bombardeios atômicos de Hiroshima e Nagasaki.
A Segunda Guerra Mundial terminou em 1945 com a derrota das potências do Eixo e provocou profundas transformações políticas, econômicas e territoriais, dando início a uma nova configuração das relações internacionais.
O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou nesta segunda-feira (27) que é baixo o risco de disseminação do vírus ebola da Repúlica Democrática do Congo (RDC) para o resto do mundo. Um surto da doença assola o país africano há alguns meses.
Mais de 3 mil casos da doença foram confirmados desde maio deste ano, quando o atual surto de ebola foi declarado. Cerca de 1,4 mil pessoas morreram. A maioria das vítimas foi observada na RDC, mas a doença também se espalhou para a vizinha Uganda.
“O risco para o resto do mundo ainda é baixo. Como o ebola é transmitido por contato intenso e não pelo ar, como a covid, não esperamos que se transforme em uma pandemia, pela própria natureza [do vírus]”, disse Ghebreyesus, em visita ao Rio de Janeiro.
Ele lembra que, desde que o ebola foi descoberto, há 50 anos, houve apenas 30 casos fora das regiões de surto da doença, na África. O diretor da OMS ressalta, no entanto, que o risco para os países da região é alto, destacando o fato de a doença ter chegado a Uganda.
“Estamos tentando conter [o surto] na RDC, mas a situação ainda é preocupante. O governo [congolês] está tentando o seu melhor. Os parceiros estão ajudando, mas precisamos fazer ainda mais”, afirmou. “Uganda está lidando com isso [a doença] e está com ela sob controle”.
Segundo ele, a resposta à doença está sendo dificultada pelo fato de a região focal do surto, no leste congolês, estar sofrendo com conflitos armados.
“Então, a resposta ao ebola é muito difícil. Além disso, por causa do conflito armado, há o deslocamento e milhões de pessoas estão em acampamentos”.
Doutor Honoris Causa
Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
Tedros Adhanom Ghebreyesus foi homenageado nesta segunda-feira, na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), com um título de doutor honoris causa da instituição.
“A Fiocruz é um líder em equidade sanitária e um líder na cooperação Sul-Sul. E também um farol de esperança não apenas para a América Latina, em termos de pesquisa e excelência científicas, como para o resto do mundo”, disse.
Tedros foi eleito diretor-geral da OMS em maio de 2017 e se tornou o primeiro africano a comandar a principal autoridade sanitária do planeta. Durante sua gestão, a OMS coordenou esforços internacionais de enfrentamento à pandemia de covid-19.
Nascido na Eritreia, ele é bacharel em biologia pela Universidade de Asmara, em seu país natal, mestre em imunologia e doenças infecciosas pela Universidade de Londres e PHD em saúde comunitária pela Universidade de Nottingham, também no Reino Unido.
De volta ao continente africano, ele foi ministro da saúde da Etiópia, entre 2005 e 2012, quando colaborou com a fundação de um sistema de saúde com cobertura universal. Entre 2012 e 2016, ocupou o Ministério de Relações Exteriores etíope.
A tarifa adicional de 25% dos Estados Unidos sobre parte dos produtos brasileiros exportados ao país entra em vigor nesta quarta-feira (22).
A medida foi anunciada após uma investigação do governo Donald Trump concluir que o Brasil adota práticas que “oneram ou restringem” o comércio com os EUA. Entre os exemplos citados estão o sistema de pagamentos PIX e a regulação de plataformas digitais.
As justificativas foram amplamente contestadas pelo governo brasileiro, que considera a medida uma tentativa de interferência em temas internos e considerados inegociáveis. A avaliação em Brasília é de que a tarifa tem motivação política.
A nova taxa deixa de fora uma extensa lista de produtos, incluindo petróleo, café e carne bovina. Por outro lado, setores como os de etanol, máquinas agrícolas e papel serão afetados pela medida.
Sem previsão de acordo à vista, vence nesta quarta-feira (15) o prazo estabelecido pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) para definir sobre a aplicação, ou não, da tarifa adicional de 25% sobre a importação de parte dos produtos brasileiros.
Contribuem para dificultar o acordo tanto a negativa do Brasil de negociar mudanças no Pix quanto a oposição dos Estados Unidos (EUA) em aceitar a redução da sobretaxa que o país impõe ao açúcar brasileiro em troca de mudanças na tarifa do etanol que entra no Brasil. Continue lendo
Um grande incêndio tomou conta de um pub em Bangkok, na manhã de segunda-feira (13), deixando pelo menos 27 mortos e 63 feridos antes de os bombeiros conseguirem controlar as chamas, informaram autoridades locais.
Segundo equipes de resgate, o fogo foi registrado por volta da meia-noite. Imagens divulgadas nas redes sociais por socorristas mostram grandes labaredas saindo pela porta da frente do pub, localizado na região norte da capital tailandesa, enquanto pessoas tentavam escapar do local.
A Copa do Mundo da FIFA 2026 segue movimentando os torcedores ao redor do planeta. Nesta quinta-feira (09), a França confirmou sua vaga nas semifinais ao vencer Marrocos por 2 a 0 em partida válida pelas quartas de final.
Com atuação segura, os franceses garantiram a classificação e agora aguardam a definição do próximo adversário na luta por uma vaga na grande decisão do Mundial. Continue lendo
A cantora galesa Bonnie Tyler morreu aos 75 anos, segundo um comunicado em seu site oficial. A voz de “Total Eclipse of the Heart” estava internada desde maio após uma cirurgia intestinal de emergência.
“A família e a equipe de Bonnie estão desoladas ao anunciar que ela faleceu inesperadamente na noite passada, em um hospital em Portugal, em decorrência da doença pela qual estava sendo tratada.”
“Emitiremos um novo comunicado em breve, mas, por enquanto, pedimos privacidade para lidar com esta tragédia”, finalizou o comunicado.Continue lendo
Os Estados Unidos e o Irã chegaram neste domingo, 14, a um acordo de paz e ao fim “imediato e permanente” das operações militares em todas as frentes, incluindo o Líbano, após mais de três meses de guerra no Oriente Médio. Em 19 de junho será realizada uma cerimônia de assinatura em Genebra.
“O acordo com a República Islâmica do Irã já está concluído. Parabéns a todos!”, escreveu Trump em sua rede social Truth Social, pouco depois de o mediador Paquistão afirmar que ambas as partes haviam alcançado um acordo. Continue lendo
A União Europeia (EU) oficializou sua decisão de proibir a importação de carnes, tripas, peixe e mel produzidos no Brasil. O veto deve entrar em vigor a partir do próximo dia 3 de setembro.
Anunciada há quase um mês, poucos dias após a entrada em vigor provisória do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, a decisão de excluir o Brasil da lista de países autorizados a exportar esses produtos para os países do bloco europeu foi confirmada em um documento oficial publicado no Diário Oficial da UE nesta sexta-feira (5). Continue lendo
O homem preso por atirar contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na noite de sábado (25), foi identificado pelas autoridades do país como Cole Tomas Allen, segundo informações da agência de notícias Reuters.
Os disparos foram efetuados durante um jantar em um hotel, em Washington, onde Trump recebia jornalistas que atuam como correspondentes na Casa Branca. Continue lendo
A taxa de aprovação do presidente Donald Trump manteve-se no nível mais baixo de seu mandato nos últimos dias, revelou um levantamento da Reuters/Ipsos, realizado em meio à guerra com o Irã e a uma disputa com o Papa Leão.
A pesquisa de opinião pública de seis dias, concluída na segunda-feira (20), mostrou que 36% dos americanos aprovam o desempenho de Trump no cargo, valor inalterado em relação ao mês anterior.
Trump deteve sua maior taxa de aprovação no atual mandato, 47%, logo após sua posse em 20 de janeiro de 2025. Continue lendo
O papa Leão XIV não participará do “Conselho da Paz” do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou o principal diplomata do Vaticano na terça-feira (17), acrescentando que a ONU é a instituição que deve lidar com situações de crise.
O conselho, que será presidido por tempo indeterminado por Trump, foi originalmente criado para supervisionar a reconstrução da Faixa de Gaza. No entanto, seu objetivo foi ampliado para torná-lo um órgão global de manutenção da paz. Continue lendo
O Congresso do Peru destituiu nesta terça-feira (17) o presidente José Jeri, após apenas quatro meses no cargo, em decorrência de um escândalo envolvendo encontros não divulgados com um empresário chinês, dando continuidade à rotatividade de líderes no país sul-americano.
Jeri foi destituído por maioria simples em uma moção de censura. Foram 75 votos a favor, 24 contrários e três abstenções.
“A mesa diretiva declara a vaga do cargo de presidente do Congresso da República e, em consequência, encontra-se vago o cargo de presidente da República”, disse Fernando Rospigliosi, encargado titular do Congresso. Continue lendo
Documentos do Departamento de Justiça dos EUA revelam trocas de mensagens entre Jeffrey Epstein e Steve Bannon sobre financiar entidades católicas para influenciar o Vaticano e enfraquecer o papa Francisco, em meio a articulações políticas da extrema direita nos EUA e na Europa.
O que aconteceu
Mensagens divulgadas pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos mostram que Jeffrey Epstein e Steve Bannon, ex-chefe de campanha de Donald Trump, discutiram estratégias para financiar organizações católicas como forma de se infiltrar no Vaticano e derrubar o papa Francisco.
O vídeo racista postado na noite desta quinta-feira (5) no perfil do presidente Donald Trump em uma rede social que mostrava Barack e Michelle Obama representados como macacos foi removido da internet após a reação negativa que causou dentro e fora dos Estados Unidos. Até mesmo políticos do Partido Republicano, o mesmo de Trump, fizeram críticas.
A agência Reuters conversou com uma autoridade do governo americano, que preferiu não se identificar, e disse que “um funcionário da Casa Branca cometeu um erro ao fazer a postagem. Ela foi removida”. Continue lendo