
A Diretoria do Sindicato dos Docentes da Univasf (SINDUNIVASF) manifestou um veemente repúdio aos ataques e ofensas direcionados à Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF) e à sua comunidade acadêmica, especialmente no Campus Salgueiro. Os ataques surgiram em meio à construção de um novo prédio nas dependências da antiga estação ferroviária.
As agressões, amplamente veiculadas em redes sociais e em espaços públicos, transcendem críticas construtivas. Elas desqualificam docentes, técnicos-administrativos e estudantes, buscando denegrir a honra e a credibilidade da universidade pública, afirma a nota. Esse tipo de ataque não apenas macula a dignidade individual de cada membro da comunidade acadêmica, mas também compromete a imagem institucional da UNIVASF e o direito da população sertaneja a uma educação pública, gratuita e de qualidade.
A UNIVASF é considerada uma conquista histórica para a região, fruto da luta do povo do Sertão, e desempenha um papel transformador ao abrir oportunidades para milhares de jovens. Atacar a universidade é, portanto, atacar o futuro do Sertão e negar a ascensão social a toda uma geração.
A diretoria do SINDUNIVASF reafirmou que os servidores da UNIVASF são profissionais que desempenham suas funções com seriedade e dedicação, merecendo respeito, assim como todos os trabalhadores da sociedade. A discriminação e os ataques direcionados àqueles que defendem a educação pública são inaceitáveis.
Em uma carta aberta, o SINDUNIVASF expressou solidariedade a todos os docentes, técnicos e discentes do Campus Salgueiro e conclamou a sociedade a se unir em defesa da universidade pública, gratuita e de qualidade, rechaçando ataques, difamações e preconceitos. A diretoria também alertou que a internet não é um espaço sem leis e que a SINDUNIVASF tomará medidas legais contra os responsáveis pelos ataques.
A construção do campus na antiga estação ferroviária gerou debates e opiniões divergentes , o que é natural em processos de transformação. Contudo, a UNIVASF enfatiza que críticas são legítimas dentro de um diálogo respeitoso, mas que não tolerará ofensas ou desrespeito contra a instituição e seus membros.
Até o momento, os ataques virtuais não parecem ter uma ordem definida, mas a situação exige atenção e resposta assertiva por parte da comunidade acadêmica e da sociedade em geral.
Confira a nota na íntegra
