
O café vive momento de expansão e transformação no Brasil. Mesmo diante dos impactos das mudanças climáticas sobre as principais regiões produtoras, a atividade acelera o investimento em inovação para aumentar a produtividade e garantir a sustentabilidade das lavouras. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra brasileira de café em 2026 está estimada em 66,7 milhões de sacas, com crescimento de 18% em relação ao ciclo anterior e novo recorde histórico. O avanço é impulsionado pela recuperação da produtividade, novas áreas de produção e adoção de tecnologias que contribuem para melhoria do desempenho das plantas.
Ao mesmo tempo, pesquisadores e produtores intensificam a busca por soluções que, efetivamente, ajudam as lavouras a enfrentar períodos de estiagem, temperaturas elevadas e irregularidade das chuvas, fatores cada vez mais frequentes nas regiões de cultivo. Nesse contexto, os bioestimulantes à base da alga marinha Ascophyllum nodosum ganham espaço como ferramenta estratégica para apoiar o desenvolvimento e a produtividade do café.
“A busca por maior produtividade precisa estar alinhada à construção de lavouras mais resilientes. Por isso, os cafeicultores têm investido cada vez mais em tecnologias que ajudam as plantas a enfrentar esses desafios climáticos e a manter altos níveis de desempenho produtivo”, afirma Marcos Bettini, diretor de Desenvolvimento de Mercado Latam da Acadian Sea Beyond.
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