Categoria: Brasil

ELEIÇÕES 2022: como os candidatos à presidência pretendem gerar emprego e renda no Brasil? Confira propostas

Fonte: Jornal do Commercio

Emprego e renda sempre estão entre os principais pontos que um presidente da República precisa tratar com maior urgência. Atualmente, no Brasil, 10,1 milhões de pessoas estão desempregadasOs dados são do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) do mês de julho.

O Instituto ainda mostra dados referentes aos empregados sem carteira assinada, que no setor privado, atinge 13 milhões de pessoas, o maior desde o início da série histórica.

Em Pernambuco cerca de 13% da população da Região Metropolitana do Recife vivem com renda menor que R$ 160 por mês.

Os candidatos à presidencia melhor colocados nas pesquisas de intenção de votos possuem propostas para geração de emprego e renda.

Confira a seguir:

Lula (PT):

  • criação de uma nova lei trabalhista para inclusão de novas relações de trabalho;
  • investimentos em infraestrutura e habitação;
  • reinidustrialização;
  • reforma agrária;
  • estímulo à economia solidária e criativa;
  • apoio ao empreendedorismo e as micro e pequenas empresas.

Jair Bolsonaro (PL):

  • manter e aprofundar a atual reforma trabalhista criada no governo Temer (MDB);
  • simplificar a legislação e reduzir a carga tributária;
  • estimular o empreendedorismo;
  • desburocratizar a abertura de empresas;
  • estimular a concorrência e competitividade entre empresas a fim de reduzir preços de produtos e serviços ao consumidor;

Ciro Gomes (PDT):

  • criação de 5 milhões de empregos nos 2 primeiros anos de governo;
  • redução da informalidade;
  • regulação do trabalho de profissionais que são intermediados por aplicativos;
  • uso do Projeto Nacional de Desenvolvimento (PND) para ampliação em investimentos públicos.

Simone Tebet (MDB):

  • criação do “Poupança Seguro Família” para trabalhadores informais e formais de baixa renda;
  • aprimoramento do Sine (Sistema Nacional de Emprego);
  • redução da contribuição previdenciária para um salário-mínimo para todos.

Vaticano autoriza início de processo de beatificação de Padre Cícero, diz Diocese do Crato

Fonte: G1

O processo de beatificação de padre Cícero Romão Batista na igreja católica foi autorizado pelo Vaticano. A informação foi anunciada pelo bispo da diocese do Crato, Dom Magnus Henrique Lopes, durante missa realizada na manhã deste sábado (20), no Largo Capela do Socorro, em Juazeiro do Norte, no interior do Ceará.

“Queridos filhos e filhas da Diocese do Crato, romeiros de todo Brasil, é com grande alegria que eu vos comunico nesta manhã histórica que recebemos oficialmente da Santa Sé, por determinação do santo padre, o papa Francisco, uma carta do dicastério para a causa dos santos, datada do dia 24 de junho de 2022. Recebemos a autorização para a abertura do processo de beatificação do padre Cícero Romão Batista que, a partir de agora, receberá o título de servo de Deus”, disse Dom Magnus Henrique Lopes durante a celebração.

Em 2015, o Vaticano atendeu ao pedido do bispo Dom Fernando Panico e reconciliou o padre Cícero Romão Batista com a igreja católica. Com a reconciliação, não havia mais impeditivos para a abertura do processo de beatificação do “santo popular”.

O pedido para a autorização da beatificação de padre Cícero foi solicitado por Dom Magnus Henrique Lopes , através de uma carta entregue ao papa Francisco durante a visita ao Vaticano, em maio deste ano.

O trecho foi lido pelo bispo da diocese do Crato durante o anúncio da autorização do processo de beatificação de padre Cícero. A notícia foi recebida com salva de palmas e fogos por centenas de fiéis que estavam no local.

Brasil precisa investir R$ 893 bilhões para universalizar serviços de água e tratamento de esgoto até 2033

O investimento necessário para universalizar os serviços de água e tratamento de esgoto no Brasil subiu de R$ 750 bilhões para R$ 893 bilhões até 2033. É o que revela levantamento da Associação e Sindicato das Operadoras Privadas de Saneamento (Abcon Sindcon), entregue a presidenciáveis e apresentado no 8º Encontro Nacional das Águas, que ocorreu nos dias 16 e 17 de agosto.

Já para o próximo mandato, até 2026, o país precisa investir R$ 308 bilhões no setor, já considerando o déficit acumulado nos últimos anos e a inflação. São necessários aproximadamente R$ 77 bilhões por ano, pelos próximos quatro anos. Esse valor é cinco vezes superior ao investido no setor em 2020 (R$ 13,6 bilhões, de acordo com dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS).

Segundo o diretor executivo da Abcon, Percy Soares Neto, o setor de saneamento tem capacidade de ser propulsor da retomada econômica que o Brasil necessita, com a geração de 14 milhões de empregos diretos e indiretos com as obras necessárias à universalização.

“Isso vai gerar um impacto positivo na saúde das pessoas, vai gerar um impacto positivo no meio ambiente, pela redução de contaminação nos corpos hídricos, e vai girar a roda da economia. O investimento em saneamento tem impacto positivo sobre o setor da construção, máquinas e equipamentos, eletroeletrônicos. É um setor muito importante no impulsionamento da economia local”, destaca. 

Na avaliação do especialista em Infraestrutura da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Matheus de Castro, realizar esse tipo de investimentos, principalmente com apoio da iniciativa privada, é uma medida adequada para expandir a competitividade das empresas e aumentar a geração de novos empregos.

“Nós temos um nível de atendimento por serviço de saneamento, tanto de coleta e tratamento de esgoto e distribuição de água muito baixo. Isso também é um reflexo do baixo investimento. Com a aprovação da nova lei do saneamento básico, temos a perspectiva de uma ampliação da participação privada por meio de concessões, PPPs de empresas estaduais e até autarquias microrregionais também. É um momento de acompanhamento e vermos como esses processos de transferências dessas empresas ao setor privado vão transcorrer nos próximos anos”, considera.

Metas para o próximo governo (2023-2026)

●   Investimentos necessários: 

     R$ 59,3 bilhões em água
R$ 175,4 bilhões em esgoto
R$ 73,6 bilhões na recuperação da depreciação das redes existentes

●   Níveis de atendimento a alcançar:

     91% da população com abastecimento de água (mais 15 milhões de pessoas a serem atendidas)
71% da população com esgotamento sanitário (mais 27 milhões de pessoas a serem atendidas)

Ainda de acordo com dados do SNIS, o investimento do setor entre 2018 e 2020 foi de R$ 50,5 bilhões, o que corresponde a 32,5% do montante estimado para esse mesmo período como necessário para o alcance da universalização até 2033.

Fonte: Brasil 61

Ciro Gomes diz que Bolsonaro está ‘manipulando’ fé das pessoas

O candidato do PDT à Presidência da República, Ciro Gomes, afirmou, hoje, que o presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, está “manipulando” a fé das pessoas. Ele deu a declaração em uma entrevista coletiva em São Paulo, pouco antes de participar de sabatina organizada pela Associação Comercial de São Paulo.

“Bolsonaro manipulando a fé do povo, incitando esse fundamentalismo que acaba descambando para a violência e o genocídio”, declarou Ciro.

“E o Lula lança dizendo que o Bolsonaro usa Deus e Deus usa o Lula. Neste caso, Bolsonaro já ganhou. O que nós temos que dizer é: a liberdade religiosa é um valor que é o estado nacional laico, tem que proteger e guardar, porque todas as vezes que os corruptos da política usaram a religiosidade, a fé legitima do nosso povo ou de qualquer nação, deu naquilo que nós conhecemos: regimes fundamentalistas violentos”, acrescentou o candidato.

Em terceiro lugar nas pesquisas eleitorais, Ciro Gomes tem dirigido as críticas a Bolsonaro e a Lula. Pesquisa Datafolha divulgada em julho mostrou Lula com 47% das intenções de voto, Bolsonaro com 29% e Ciro com 8%. Pesquisa Ipec divulgada nesta semana mostrou Lula com 44%, Bolsonaro com 32% e Ciro com 6%.

Michelle Bolsonaro entra pra valer na campanha de Damares e acirra disputa ao Senado no DF

Foto: Bruno Fernandes

A primeira-dama Michelle Bolsonaro resolveu entrar de cabeça na campanha da ex-ministra da Mulher Damares Alves, candidata a senadora no Distrito Federal pelo Republicanos. Na quarta-feira (17), Michelle posou para fotos, que serão utilizadas na campanha de Damares. Gravou também um vídeo pedindo votos para Damares.

Damares disputa uma vaga no Senado com outra ex-ministra do presidente Jair Bolsonaro, Flávia Arruda, ex-ministra da Secretaria de Governo e mulher do ex-governador José Roberto Arruda. Flávia é candidata ao Senado pelo PL, e seu esposo Arruda a deputado federal pelo mesmo partido.

A disposição de Damares em manter a sua candidatura provocou rachas, inclusive, na bancada evangélica. O líder da bancada, deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), criticou a postura de Damares, e recebeu o endosso nesse sentido do pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo. “Damares não sabe ouvir”, criticou Sóstenes, em entrevista ao Congresso em Foco.

Damares, por sua vez, tem dito que ela é a verdadeira candidata conservadora ao Senado no DF.  E que conta verdadeiramente com o apoio de Bolsonaro na disputa.

Na recente pesquisa que o Instituto Ipec divulgou no último dia 15 de agosto, Flávia Arruda lidera com 36% das intenções de voto. Damares vem em segundo, com 15%.

PT pede à Justiça que obrigue Marco Feliciano a apresentar provas de que Lula fecharia igrejas

O PT entrou na Justiça com pedido para que o pastor Marco Feliciano (PL-SP) apresente provas sobre declarações em que disse que Lula, candidato do partido à presidência, fecharia igrejas caso eleito presidente.

Em documento à 10º Vara Cível de Brasília, o partido argumenta que o deputado “vem proferindo publicamente falas desinformadoras a respeito das consequências para os fiéis da religião evangélica caso o Partido dos Trabalhadores, ora Interpelante, vença a Eleição Presidencial que se aproxima”.

Feliciano disse em entrevista à CBN, no dia 14 de agosto, que existe “o risco de perseguição, que pode culminar no fechamento de igrejas” caso o petista seja eleito. “Existem muitas formas de se fechar uma igreja. O governo pode fazer isso através de leis e impostos”, disse o pastor.

O PT afirma que o deputado repetiu a declaração em entrevista à Folha de São Paulo, dois dias depois, ao dizer que “reitero firmemente que não apenas eu, como grande parte da comunidade evangélica brasileira, tem muito receio de um governo encabeçado por Lula”. A fala também foi postada em suas redes sociais.

Para o PT, a ação de Feliciano configura a construção de uma narrativa de que o partido representa uma ameaça à comunidade evangélica “por meio da propagação de inverdades que evidentemente maculam a honra” do partido e de Lula.

O documento é assinado por dez advogados e lista cinco perguntas para que Feliciano prove suas declarações, além de fixar R$ 1 mil de valor à causa.

Nas redes sociais, Feliciano disse que está sendo perseguido pelo PT. “Eu avisei! Ao que parece, a perseguição do PT ao crentes já começou e eu fui o primeiro. Não tenho medo deles! Não me calarão!”

Nesta quinta-feira (18), o TSE determinou que a ex-ministra Damares Alves tire do ar material com informações falsas sobre Lula. A Ex-ministra do governo Bolsonaro publicou material dizendo que, nas gestões do petista, teria sido criada cartilha pra incentivar uso de crack entre jovens.

Dupla Simone e Simaria chega ao fim

Nesta quinta-feira (19), através de suas redes sociais. as irmãs Simone e Simaria anunciaram o fim da dupla. O desgaste já era nítido e isso vinha causando dúvidas nos fãs sobre o retorno aos palcos juntas.

“Em respeito aos fãs, amigos e parceiros, Simone e Simaria comunicam oficialmente que as atividades da dupla estão encerradas. As artistas seguem, a partir daqui, em carreira solo. Reiteramos que todos os compromissos de shows já contratados até a presente data serão pontualmente cumpridos por Simone”, informaram as irmãs no comunicado publicado nas redes sociais.

“Me afastarei temporariamente dos palcos para cuidar dos meus filhos e da minha condição vocal. Sigo cumprindo meus compromissos de publicidade e planejando os próximos passos da minha carreira artística. Aos nossos fãs, todo o meu carinho, amor e gratidão, vocês são o meu combustível para seguir adiante”, diz Simaria.

Afastada dos palcos a alguns meses, Simaria ainda não havia deixado claro quanto tempo ficaria sem fazer shows com a irmã. Simone seguiu cumprindo a agenda da dupla sozinha.

Confira a nota:

Anvisa desobriga uso de máscaras em voos e aeroportos

A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu, de forma unânime, nesta quarta-feira (17/8), desobrigar o uso de máscaras de proteção facial em aeroportos e aviões, além de outras medidas sanitárias contra a Covid-19 nos estabelecimentos.

As regras para evitar a contaminação pelo coronavírus foram adotadas em dezembro de 2020, pela Resolução da Diretoria Colegiada nº 456.

A desobrigação das medidas foi definida na 15ª reunião da Diretoria Colegiada do órgão, na tarde desta quarta. O assunto foi pautado devido ao encerramento do estado de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (Espin), em abril de 2022, decretado pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

De acordo com o Ministério da Saúde, o fim da emergência sanitária foi motivado pela redução de casos e óbitos por Covid-19 no Brasil e pela estabilização dos sistemas de saúde.

Fonte: Metrópoles

POLIOMIELITE: Campanha nacional pretende vacinar 95% das crianças menores de 5 anos

Foi no município paraibano de Souza, em 1989, que ocorreu o último caso de infecção pelo poliovírus selvagem, causador da Poliomielite. Desde então, após o Brasil adotar uma estratégia de rotina para intensificação da vacinação e campanhas de vacinação anuais contra a paralisia infantil, não há registros de circulação do poliovírus em território nacional.

No entanto, a queda nas taxas de vacinação infantil registrada nos últimos anos, no Brasil, reacendeu o alerta. Para Ethel, é preciso aumentar a cobertura vacinal contra a Pólio.

“O Brasil tem um certificado de eliminação da Poliomielite. Mas, se nós tivermos o vírus circulando no mundo, a doença não está erradicada completamente. Então, temos a possibilidade de reintrodução do vírus.”

Para manter as crianças longe desse perigo, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação vai mobilizar toda a sociedade para levar os menores de cinco anos aos postos de vacinação

O grupo alvo da vacinação são as crianças menores de cinco anos de idade. A meta é vacinar contra a Poliomielite 95% desse público.

As vacinas contra a Poliomielite são as mesmas ofertadas pelo SUS ao longo do Calendário Nacional de Vacinação, do Programa Nacional de Imunizações, o PNI.

Para vacinar as crianças menores de cinco anos de idade, compareça a um Posto de Vacinação com a Caderneta de Vacinação em mãos.

Para mais informações, acesse o site: www.gov.br/multivacinacao.

Fonte: Brasil 61

Eleições 2022: termina nesta quinta-feira (18) o prazo para solicitar voto em trânsito

 

Se o eleitor já souber que não estará perto de seu local de votação no dia da eleição, marcada para 2 de outubro, pode solicitar votar em trânsito, em outra localidade do país, mas só se preencher um cadastro prévio e indicar onde pretende votar. O prazo para está aberto há quase um mês, e se encerra na próxima quinta-feira (18).

O mesmo prazo vale para a votação em eventual segundo turno, em 30 de outubro. O eleitor pode informar qualquer cidade do país com mais de 100 mil habitantes para votar. Contudo, há diferenças de acordo com o estado em que se vota.

Caso esteja no mesmo estado de seu domicílio eleitoral, o eleitor poderá votar para os cargos de presidente, governador, senador, deputado federal e estadual ou distrital. Já se estiver em outro estado, poderá votar somente para presidente da República.

É possível solicitar o voto em trânsito em apenas um ou nos dois turnos de votação. É permitido, inclusive, votar em trânsito numa localidade no primeiro turno e em outra no segundo turno.

Se esse for o caso, ambos os locais devem ser indicados até a próxima quinta-feira.

Os locais habilitados a receber o voto em trânsito podem ser conferidos no portal da Justiça Eleitoral. O requerimento para votar em trânsito, porém, deve ser feito somente de forma presencial, diretamente em qualquer cartório eleitoral. É indispensável levar documento oficial com foto.

Não é possível votar em trânsito fora do Brasil. Eleitores com título registrado fora do país, porém, podem votar em trânsito para presidente, em alguma localidade do território nacional, caso se encontre dentro do Brasil.

“O voto em trânsito funciona como uma transferência temporária de domicílio eleitoral. A habilitação para votar em trânsito não transfere ou altera quaisquer dados da inscrição eleitoral. Após as eleições, a vinculação do eleitor com a seção de origem é restabelecida automaticamente”, informa o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Fonte: Agência Brasil

Petrobras reduz em 4,8% valor do litro da gasolina vendido a distribuidoras

A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (15) redução do valor do litro da gasolina A vendida a distribuidoras de R$ 3,71 para R$ 3,53, uma queda de R$ 0,18 por litro (ou 4,85%).

A redução desta segunda-feira é a terceira anunciada pela companhia em menos de um mês. O novo valor passa a valer nesta terça-feira (16).

Com isso, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passa de R$ 2,70, em média, para R$ 2,57 a cada litro vendido na bomba, diz a empresa, considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos.

“Essa redução acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado global, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”, diz em nota a petroleira.

Na semana passada, a Petrobras também anunciou nova queda no preço do diesel vendido a distribuidoras. O valor passou de R$ 5,41 para R$ 5,19 por litro, uma redução de R$ 0,22 por litro ou queda de 4%.

O anúncio veio uma semana após a estatal cortar em R$ 0,20 (ou 3,5%) o preço do litro do combustível.

Fonte: CNN

Monark defende quem consome pornografia infantil: “Não sei se é criminoso”

Após defender a criação de um partido nazista no Brasil, o podcaster Monark voltou a causar polêmica na internet. Ele disse, no “Monark Talks”, que quem consome pornografia infantil não deve ser considerado um criminoso. Nas redes sociais, o comentário gerou grande revolta e várias pessoas.
Antes de mais nada, vale ressaltar que consumir, armazenar ou adquirir materiais de pornografia infantil é crime no Brasil conforme o artigo 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente. A pena pode chegar a quatro anos de reclusão e multa.
Desse modo, o assunto virou tema no podcast de Monark, na plataforma Rumble, já que ele foi banido do YouTube. Ele discutia com o convidado sobre o caso de PC Siqueira, que virou alvo de investigação após vazamento de mensagens e acusações de pedofilia.
Com isso, Monark defende: “Eu não sei se ele é um criminoso. Eu acho que o crime está em você produzir e divulgar. Mas, que é uma parada que você vai falar: puta, esse cara não bate bem das bolas. Com certeza é… Entendeu?”.
Logo depois, o podcaster ressaltou que a partir do momento que a pessoa apenas consome o conteúdo e não chega a abusar da criança, não deveria ser presa. “Mas, criminoso eu não sei, entendeu. Não sei. Um cara que é pedófilo, porque eu gostaria de prender ele? Se ele estivesse ameaçando outras crianças”, afirmou.
“Se ele está assistindo uma parada é uma merda, é uma atitude de bosta do caralho… É bem esquisito, eu não seria amigo dessa pessoa, mas eu não sei se ele deveria ser presa, entendeu? De verdade, assim, entendeu… Porque o crime de verdade é você expor ou abusar de uma criança, na minha opinião”, concluiu.

O comentário gerou revolta nas redes sociais. O youtuber Felipe Neto, por exemplo, o chamou de “ser humano merda” e completou dizendo que “isso já ultrapassou todos os limites do ‘ele é só burro’. É muito mais do que burrice”.

Fonte: Diário de PE

Há um escândalo por trás da história do hacker

Em campanhas eleitorais é comum estourarem escândalos de dossiês, grupos clandestinos de espionagem e afins. O esforço dos comitês, claro, é sempre no sentido de reunir elementos capazes de desestabilizar adversários e, com isso, atrair votos. Mas quase sempre as coisas descambam para impropriedades ou para ilegalidades flagrantes.

Para ficar em apenas algumas confusões rumorosas da crônica política recente, vale lembrar dos aloprados ligados ao PT que tentaram comprar um dossiê na campanha paulista de 2006 para atingir o tucano José Serra, então candidato a governador. As informações são do colunista Rodrigo Rangel, do Metrópoles.

A trama virou caso de polícia. Quatro anos depois, em 2010, veio à tona a existência de um grupo de inteligência montado para servir à campanha de Dilma Rousseff ao Palácio do Planalto. A tropa era financiada por um empresário com contratos no governo. As informações são do colunista Rodrigo Rangel, do Metrópoles.

Nesta semana, a jornalista Andréia Sadi, da TV Globo, revelou a aproximação da campanha de Jair Bolsonaro com o hacker Walter Delgatti, preso em 2019 e depois denunciado como o ponta de lança do roubo de mensagens do Telegram que expôs a força-tarefa da Operação Lava Jato e abriu caminho para as decisões judiciais que resultaram na reabilitação política do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

É um escândalo, e o ponto crucial é o seguinte: o hacker quer dinheiro, e está se vendendo como um personagem capaz de interferir no jogo eleitoral.

Viagem de carro até Brasília

O ressurgimento de Delgatti no noticiário, com direito a reunião fora de agenda com o próprio Bolsonaro no Palácio da Alvorada, vem sendo tratada até aqui como algo insólito, curioso. Mas é muito mais do que isso. Trata-se do primeiro episódio conhecido de alopragem da atual campanha presidencial – e poucos se deram conta disso, talvez porque o entorno do presidente da República percebeu o potencial de dano e correu para interromper a maquinação. Só que pode ter sido tarde.

À coluna, fontes bem-posicionadas na campanha de Bolsonaro admitiram que o hacker se aproximou dizendo estar precisando de dinheiro e mostrando-se disposto a fazer o que fosse preciso desde que fosse bem remunerado.

A volta de Delgatti a Brasília começou a ser pavimentada a partir de um encontro que ele teve com a deputada bolsonarista Carla Zambelli em Ribeiro Preto, no interior de São Paulo. Na ocasião, o hacker disse que estava se sentindo abandonado pelo PT e se mostrou interessado em ajudar na campanha de Bolsonaro, a depender da “ajuda” que recebesse. Zambelli respondeu que poderia resolver a parada.

Ela pediu, depois, para Delgatti encontrá-la em Brasília nesta semana. Acompanhado de Ariovaldo Moreira, o advogado encarregado de defendê-lo desde a eclosão da chamada Vaza Jato, o hacker viajou de carro do interior de São Paulo até a capital federal. A viagem, feita por terra para ser mais discreta, foi providenciada por Zambelli. Um filho do advogado acompanhou a dupla.

Ao chegar, no domingo à noite, eles foram acomodados em um hotel modesto vizinho à sede nacional do PL, partido de Jair Bolsonaro e de Zambelli, na região central de Brasília. Assim como o carro usado na viagem, foi a deputada bolsonarista que se encarregou da hospedagem. Zambelli ficou de encontrá-los na segunda. Não conseguiu.

O real objetivo da “parceria”

Na terça, o hacker e o advogado foram chamados à sede do PL. Com Zambelli e o irmão dela, Bruno, candidato a deputado estadual em São Paulo, eles se reuniram com ninguém menos que Valdemar da Costa Neto, o chefão do PL. Participou ainda da reunião o marido da deputada, o coronel Antônio Aginaldo de Oliveira. Na sequência, o hacker falou com Duda Lima, marqueteiro da campanha de Bolsonaro.

A conversa girou em torno da contribuição que Walter Delgatti poderia dar à campanha de Bolsonaro. A parte da reunião que veio a público até agora é um tanto rósea, e tem sido tratada como algo quase banal: por seu suposto conhecimento sobre sistemas eletrônicos, ele daria impulso ao discurso de Bolsonaro contra as urnas. Balela, até porque quem conhece Delgatti de perto o define muito mais como estelionatário do que propriamente como um hacker habilidoso.

Além disso, circulou a versão de que ele teria mensagens ainda inéditas com potencial de atingir o PT e até ministros de tribunais superiores com os quais Bolsonaro vive em pé de guerra – essa versão é negada por pessoas próximas ao próprio Delgatti e por quem atuou na investigação do roubo de mensagens pelo hacker.

O verdadeiro interesse dos bolsonaristas, porém, estaria em uma terceira questão: a depender das garantias que lhe fossem dadas e do quanto a campanha de Bolsonaro se mostrasse disposta a socorrê-lo financeiramente, Delgatti poderia falar – sabe-se lá se com verdades ou mentiras – sobre como se tornou peça-chave da Vaza Jato.

As declarações teriam potencial de criar embaraços para Lula e para o PT, fazendo barulho em torno justamente da história que foi fundamental para colocar o petista em condições de disputar as eleições deste ano. Por exemplo, ele poderia dizer publicamente se foi bancado pelo partido de Lula ou por aliados. Criaria uma confusão monumental.

O rompimento com o advogado

Na incursão desta semana por Brasília, houve desentendimentos no caminho. O hacker e o advogado romperam por divergências relacionadas à parceria com a campanha de Bolsonaro. O motivo da discórdia é mantido em segredo pelo defensor. Ariovaldo Moreira e o filho retornaram a São Paulo. Delgatti ficou.

O plano avançou mesmo assim, e seguiu para um ponto inimaginável. Zambelli e os demais envolvidos colocaram o hacker frente a frente com Jair Bolsonaro, dentro do Alvorada, em um movimento que seria considerado temerário pelo staff de segurança presidencial de qualquer país minimamente sério – além de ser um condenado pela Justiça ainda cumprindo pena pelos crimes cometidos ao invadir o Telegram de dezenas de autoridades da República, Delgatti até outro dia era festejado pelos principais adversários de Bolsonaro. Como a avaliação reinante até então era a de que a aproximação valeria à pena do ponto de vista eleitoral, o esforço foi levado adiante.

O medo da campanha e a operação-abafa

A alopragem não avançou porque o núcleo da campanha de Bolsonaro se deu conta de que a história poderia se voltar contra o presidente e correu para colocar em marcha a operação-abafa – até agora bem-sucedida, porque as reais intenções da parceria com o hacker não haviam sido ainda expostas.

A favor da decisão de suspender o plano, pesou ainda a hipótese de o hacker estar fazendo jogo duplo, a serviço da campanha rival – por hipótese, ele bem que poderia ser um Cavalo de Tróia enviado para, depois, expor as ofertas recebidas do comitê bolsonarista.

Como parte da operação-abafa, Carla Zambelli foi orientada a submergir e a não falar sobre a trama. Agora, a campanha de Bolsonaro age para circunscrever a ela a iniciativa. “Temos uma aloprada”, diz em privado um integrante do comitê, a despeito de o hacker ter sido recebido por Valdemar da Costa Neto, o “dono”do PL, e pelo próprio Bolsonaro.

De um jeito ou de outro, Walter Delgatti saiu ganhando, e está em condições de conseguir o que queria. Ele agora é um homem-bomba que pode ser usado na campanha por um lado ou por outro. Pode explodir para beneficiar Bolsonaro, com a eventual retomada do plano interrompido, ou pode explodir para beneficiar Lula, se resolver falar sobre as conversas (e as propostas) que o trouxeram nesta semana a Brasília e o colocaram diante do presidente da República.

Atualização — Após a publicação da reportagem, a deputada Carla Zambelli afirmou que Walter Delgatti não lhe pediu dinheiro. A coluna mantém todas as informações publicadas.

Funcionários de Carlinhos Maia não participaram de roubo, afirma polícia

Os funcionários que trabalham na mansão do humorista e influenciador Carlinhos Maia, em Maceió (AL), não têm nada a ver com o furto de itens valioso que ocorreram no local. A afirmação foi feira pela Polícia Civil de Alagoas, responsável pela investigação do caso.

O apartamento onde o humorista mora com o marido, Lucas Guimarães, foi invadido no último dia 30 de maio. Os criminosos levaram itens caríssimos, deixando um prejuízo estimado em R$ 5 milhões.

Nesta semana, um dos presos por furtar os itens de luxo do influenciador confessou o crime e negou participação dos funcionários de Carlinhos Maia no furto. Ele contou onde estavam os pertences e, neste sábado (13), um relógio e os diamantes furtados foram recuperados em Campina Grande (PB).

“Nós trabalhamos com muitos nomes e com muitas informações. Então as pessoas que não tinham envolvimento com o crime foram descartadas, como empresas de segurança e funcionários que prestam serviço ao empreendimento ou a própria vítima”, explicou o delegado responsável pelo caso, Lucimério Campos.

A confissão, no entanto, veio após uma amostra de DNA de um deles ser encontrada no carro usado durante o crime. “A princípio ele [autor que confessou o crime] imaginava que nós tínhamos apenas o vínculo dele com o carro, então ele tentava se desvencilhar do crime informando que tinha adquirido o carro depois do fato, mas depois que demostramos que o carro já estava com ele e que foi usado em um furto em outro estado, nós conseguimos convencê-lo de que a melhor oportunidade para ele era aquela e que desse pistas porque ele preso não conseguiria pegar as coisas [jóias]”, pontuou o delegado Lúcimério Campos, que comandou a investigação.

Sistema tem falhas
Segundo a polícia, os criminosos informaram que a mansão do humorista possui um sistema de segurança que dá falsos alarmes quando chove. Por isso, eles esperaram um dia de chuva para executar o crime sem chamar atenção. “Sabendo disse, esperou o dia de chuva e foi progredindo ali, manuseando aquela escada até alcançar o apartamento da vítima, que havia estudado por 28 dias”, disse o delegado

Entre os pertences furtados pelos criminosos estão um colar de diamantes avaliado em R$ 1,5 milhão, com pedras marcadas com gravação a laser, um relógio avaliado em quase R$ 1 milhão e um cofre.

Parte do material foi devolvido a Carlinhos Maia que, segundo o delegado, ficou emocionado quando soube que os pertences foram achaos. “A vítima ficou muito emocionada e informou que foi acusado de simular essa situação para ganhar visualizações e seguidores. Mas, de fato foi um furto, ele foi vítima de crime patrimonial e hoje vamos poder entregar os seus pertences e encerrar o inquérito. Acreditamos que vamos identificar mais dois suspeitos que ainda não foram identificados”, explicou Campos.

Fonte: Correio 24 horas